MANEJO CONTEMPORÂNEO DA CARDIOPATIA ISQUÊMICA: NOVOS MARCADORES DE RISCO, ADESÃO ÀS MEDIDAS TERAPÊUTICAS E CUSTOS DO TRATAMENTO

Autores

  • Ricardo Stein Ambulatório de Cardiopatia Isquêmica, Serviço de Cardiologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Faculdade de Medicina e Programa de Pós-Graduação em Medicina: Cardiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Rodrigo Antonini Ribeiro Ambulatório de Cardiopatia Isquêmica, Serviço de Cardiologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Faculdade de Medicina e Programa de Pós-Graduação em Medicina: Cardiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Anderson Donelli da Silveira Ambulatório de Cardiopatia Isquêmica, Serviço de Cardiologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Faculdade de Medicina e Programa de Pós-Graduação em Medicina: Cardiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Carísi Anne Polanczyk Ambulatório de Cardiopatia Isquêmica, Serviço de Cardiologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil. Faculdade de Medicina e Programa de Pós-Graduação em Medicina: Cardiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Palavras-chave:

Cardiopatia isquêmica, custos de tratamento, marcadores inflamatórios, anemia.

Resumo

RESUMO
O Ambulatório de Cardiopatia Isquêmica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre está em atividade há cerca de 7 anos, consistindo de equipe de médicos, estudantes de graduação e pós-graduação e nutricionistas. Além de prestar assistência ao paciente institucional do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e desenvolver o ensino em diferentes cenários, o ambulatório é dirigido à investigação clínica, cujos principais resultados são apresentados nesta revisão.
Observamos aumento significativo na prescrição de fármacos orientada pela melhor evidência e a conseqüente melhora no controle de fatores de risco para doença arterial coronariana. Na avaliação dos custos do tratamento identificou-se elevado gasto com o tratamento farmacológico, o qual respondeu por 45% do custo anual total. Estudos recentes têm mostrado associação entre os níveis de proteína C reativa, obtidos em uma aferição isolada, com entos cardiovasculares. Estamos investigando a associação entre medidas seriadas de proteína C reativa e eventos, demonstrando haver correlação entre níveis aumentados desta e desfechos. Estudos provenientes da literatura internacional têm mostrado associação entre anemia e desfechos em síndrome coronariana aguda; porém, nenhum trabalho avaliou incidência de desfechos em pacientes com doença arterial coronariana crônica e anemia. Em nossa coorte,
encontramos uma razão de risco de 4,6 para eventos em pacientes anêmicos, mesmo após ajuste para outros fatores de risco. Os resultados descritos demonstram ser factível e desejável que, no contexto da assistência e ensino, desenvolva-se pesquisa, objetivo de atuação de serviços universitários.
Unitermos: Cardiopatia isquêmica, custos de tratamento, marcadores  inflamatórios, anemia.

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Publicado

2020-03-05

Como Citar

1.
Stein R, Ribeiro RA, da Silveira AD, Polanczyk CA. MANEJO CONTEMPORÂNEO DA CARDIOPATIA ISQUÊMICA: NOVOS MARCADORES DE RISCO, ADESÃO ÀS MEDIDAS TERAPÊUTICAS E CUSTOS DO TRATAMENTO. Clin Biomed Res [Internet]. 5º de março de 2020 [citado 2º de outubro de 2022];25(3). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/100452

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