#OfuturoÉfake?Kkkkk O tempo passa e a queda é sempre no mesmo buraco?

Fernanda Pereira da Cunha

Resumo


Análise de aspectos históricos brasileiros, que colocam à baila os ecos de nossa herança colonialista, cujo legado se apresenta como elemento fundamental na (de)formação da identidade e por conseguinte  na capacidade da expressão estético-digital na contemporaneidade, no tocante ao (des)comprometimento com o desenvolvimento da consciência crítica em prol da autogovernança. A década de 1990 no Brasil marca a transição da mente analógica para a mente digital, cujo processo de transição está imbrincado na tessitura com nossa herança colonialista, que se vincula com os processos tecnológicos de produção e “culturalização” no tocante à espetacularização e exploração humana. O objetivo central é refletir acerca de respostas e/ou questões que se apresentam na cartografia do ontem, do hoje sobre a estética digital que se assevera rumo ao amanhã. 


Palavras-chave


Ciberarte/Educação. (Des)colonização midiática. Massificação. Mente analógica. Mente digital.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2357-9854.99783

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