Submergir-se: incorporar espaços (in)habitáveis

Teresa Torres Eça

Resumo


Este texto relata alguns projetos de investigação colaborativa nos quais se trabalhou mais a partir de conceitos do que de métodos. Partimos da questão de espaços de fronteira, entre-lugares onde a arte educação pode invocar a sua hibridez. Descrevemos estratégias da performance artística como pedagogia em espaços de construção colaborativa de aprendizagem para invocar atitudes que possam levar à provocação da visibilidade de uma arte educação comprometida com o mundo real. Falaremos de ações desenvolvidas com vários professores, em contextos de educação formal e não formal, no Brasil e em Portugal e da necessidade de trabalhar em rede e de utilizar as potencialidades que as tecnologias da comunicação oferecem.


Palavras-chave


investigação-colaborativa; arte educação; ativismo; educação expandida

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DOI: https://doi.org/10.22456/2357-9854.46543

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Revista GEARTE

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