Brincar de Escolinha: relatos de brincadeiras infantis de professoras dos anos iniciais do ensino fundamental e os amanhãs pós-feministas

Sally Campbell Galman, Christine Mallozzi

Resumo


Não apenas muitas garotinhas nos Estados Unidos e em outros lugares brincam de escolinha, mas, por vezes, ao crescerem, se tornam professoras, um ponto em que o relato de brincadeiras se escolinha assume uma nova função narrativa e discursiva. Por meio de teorias da narrativa e da performance e da análise de discurso, examinamos relatos de brincadeiras de escolinha contados como parte de um estudo qualitativo multilocal de histórias de vida de professoras norte-americanas dos anos iniciais do ensino fundamental graduadas recentemente e em formação. Analisamos estas narrativas com um olhar sobre a cultura pop e os tempos de menina a partir de meados da década de 1990 até seu final e outro sobre como o brincar de escolinha é colocado tanto em prática quanto discursivamente. Implicações para a preparação e a identidade profissional de professores, além da face sexista do trabalho docente, concluem o artigo.

Palavras-chave


Gênero; Professores em formação; Brincadeira; Histórias de Vida; Ensino de anos iniciais do ensino fundamental.



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