As Armadilhas do Discurso sobre a Avaliação da Educação Superior

Andréia da Cunha Malheiros Santana, José Carlos Rothen, Regilson Maciel Borges

Resumo


Os discursos das propostas de avaliação da educação superior tornam-se armadilhas ao não articularem o seu “para quê?”, “para quem?”, “o quê?” e “como?”. No artigo explicita-se como tais armadilhas são construídas, para tanto analisamos uma proposta de planejamento e avaliação de uma instituição pública do Estado de São Paulo. Baseia-se nas ideias de Paulo Freire e em autores que investigaram a proliferação do sistemas de avaliação como controle. Conclui-se que, na construção discursiva das diferentes propostas de avaliação, frequentemente, está presente a ideia de controle, embora usem um discurso emancipatório, elas instauram um instrumento de controle quantitativo que gera um aumento da exclusão, do produtivismo e da competição.

Palavras-chave


Avaliação da Educação Superior; Instrumentos de Avaliação; Avaliação Institucional



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