Os devires do território-escola: trajetos, agenciamentos e suas múltiplas paisagens.

Andréia Oliveira, Tania Fonseca

Resumo


O presente artigo propõe uma análise da escola em sua singularidade a partir
de um paradigma ético-estético sobre a Educação. Tal abordagem concebe a escola como
multiplicidade, uma vez que é constituída por uma trama rizomática de olhares e paisagens.
A imagem da escola-paisagens perpassa o texto em um percurso que se inicia nos conceitos
de plano, território e paisagem – formulados por Deleuze e Guattari –, chegando à noção
de individuação proposta por Simondon. Seus contornos mutantes delineiam-se nos
movimentos do ritornelo entre os planos estriados, perceptíveis e os planos lisos, imperceptíveis.
A escola, como obra de arte, torna-se um posicionamento político calcado em
experiências que desacomodam e abrem os devires da Educação.

Palavras-chave


escola, paisagem, arte, devires.

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