Por favor, chamem a professora! Relato de uma Experiência Clínica

Nadja Nara Barbosa Pinheiro, Maria Vitória Mamede Maia

Resumo


O artigo propõe uma reflexão sobre a possibilidade do encontro com os conceitos teóricos psicanalíticos, na universidade, seja capaz de provocar certo mal-estar, em alguns alunos, diante do qual um pedido de ajuda pode ser endereçado aos professores de psicanálise. Em resposta, cientes de que, como professores, não respondemos do lugar do analista, acreditamos, entretanto, que devemos nos posicionar desde o lugar da psicanálise. Objetivando sustentar tal posicionamento, um episódio em que uma aluna da graduação se tranca em uma das salas da universidade chamando por sua professora será tomado como o exemplo paradigmático de uma experiência que se configurou como clínica para além dos domínios de um processo analítico.


Palavras-chave


Experiência Clínica. Psicanálise. Universidade. Freud. Winnicott.

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