Foucault, o Aiatolá, os Intelectuais e a Política

Mariano Narodowski

Resumo


O caso Foucault, o seu apoio inicial à Revolução Islâmica Iraniana (e sua posterior retratação) tem sido objeto de alguns estudos, seja sobre a vida do filósofo, as mutações em sua produção teórica, e o risco, às vezes patético, que nós, intelectuais, corremos quando “fazemos” política; seja, finalmente, sobre a “responsabilidade” do intelectual cujas posições políticas entram em contradição com as convicções teóricas, expressadas previamente por escrito. O trabalho aqui apresentado pretende transgredir os limites impostos pelos itens comuns desse tipo de debate, para inquirir não só a respeito da responsabilidade, mas também da necessidade vital do compromisso político – mesmo às custas das supostas contradições, acontecimentos – inerentes à aposta que abrange as eleições políticas assumidas como próprias.

Palavras-chave


Revolução Islâmica-Iraniana, intelectuais, política, Foucault, estratégia

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