Entre as Manobras da Mão e do Espírito: o assombro da formação humana

Lúcia Schneider Hardt

Resumo


O artigo apresenta a fecundidade do conceito de formação humana. Apoia-se nos estudos de Valéry e Nietzsche destacando as manobras da mão e do corpo para mostrar um fazer no campo da educação que põe em movimento os exercícios do espírito e produz beleza. Formar-se implica dançar com os pés, as mãos, as palavras, os conceitos para, em alguma medida, ser capaz de enfrentar as tensões entre natureza e cultura e dar lugar ao ato criativo. Talvez as manobras testemunhem um corpo que exige de si mesmo pensar de outro jeito. Manobras que tocam detalhes, têm dedos para nuances, suportam a novidade e resistem a encontrar a si mesmo nas coisas. Capazes de suportar o assombro dos inícios para sofisticar a formação humana.


Palavras-chave


Formação. Educação. Natureza. Cultura

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