Onde está Jonas no Quirguistão – uma tentativa de pertencimento em Kirgistan gibt es nicht, de Jan Sprenger

Sofia Froehlich Kohl, Michael Korfmann

Resumo


No artigo em questão, propomos uma análise do romance de estreia de Jan Sprenger,
Kirgistan gibt es nicht – ainda sem tradução para português –, sob a ótica da necessidade de
pertencimento, personificada pelo narrador, vinculada ao conceito de Heimat (DORN &
WAGNER, 2012). Partimos das resenhas propostas pela Revista Cultural Perlentaucher (2012),
por Vladimir Balzer (2012), para a Deutschlandfunk Kultur e Friederike Gösweiner (2013), para
a literaturkritik.de. Conjugamos a perspectiva dessas três resenhas para sugerir que a jornada
de Jonas não seja entendida nem apenas em relação ao seu não-par romântico, Olga,
tampouco apenas como mero cenário para discussão histórica do Quirguistão, mas defendemos
o pertencimento3 como Leitmotiv de Kirgistan gibt es nicht.

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ISSN:1980-7589