v. 13, n. 20 (2018)

Poéticas do presente: escritura, política, imagem

Experimentamos a literatura em estado de crise, as textualidades da perplexidade e da inconformidade, feitas de tempos diversos e de diversidades, que afetam, ocupam o sensível e instauram novos regimes a partir das políticas destruidoras do político: o terrorismo das ditaduras; o apagamento ou isolamento do outro; o silenciamento das mulheres; a imposição de regras cerceadoras da livre expressão. “É guerra, é guerra”, “é o fim da política”, nos alerta o pesquisador Alberto Pucheu, em Para que poetas em tempo de terrorismo? (2017). Como a voz em estado contemporâneo de Pucheu, os textos aqui reunidos traçam leituras desde outros textos que surgem da perplexidade, que rearranjam suas possibilidades perante a guerra contemporânea; denunciam ausências ou presenças invasoras e invasivas; e apelam para um saber sobreviver, surviver, no sentido dado por Walter Benjamin, da e pela letra: o desafio do viver com, do viver junto.

Sumário

Apresentação

 
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Artigos

Maria Salete Borba
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Alessandra Rech
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Kim Amaral Bueno
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Cinara Ferreira, Carlos Walter Soares
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Luciane Alves, Gerson Neumann
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Rocco Carbone
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Luis Francisco Walsilewski
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Luciana Abreu Jardim
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Karine Mathias Döll, Keli Cristina Pacheco
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Resenha

Fernanda Bernardes
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Diego Lock Farina
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