A mutação e a contemporaneidade narrativa em "Perdido de volta", de Miguel Gullander

Carlos Giovani Del Castillo

Resumo


Este artigo analisa o romance Perdido de volta (2007), do luso-escandinavo Miguel Gullander, sob a perspectiva das transformações que os diversos personagens sofrem, na medida em que questionam suas próprias existências e o seu entorno. Portanto, a temática da mutação é simbolizada em um célebre mito norueguês, o redemoinho Maelström, cujo paradigma cultural sintetiza a metáfora da transformação. Além disso, há traços contemporâneos em seu estilo narrativo que bifurcam as distintas histórias abordadas. Esta obra literária evoca um rico simbolismo que transita entre a cultura ocidental (o mito escandinavo) e a oriental (com o I-Ching, O livro das mutações chinês) para nos fazer refletir, como leitores, acerca de uma filosofia de cunho metafísico, envolvendo os diversos personagens em tramas verdadeiramente transformadoras. É um romance instigante do ponto de vista literário e filosófico.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2594-8962.94338

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