Perdido nas trevas do iluminismo: 'El siglo de las luces', de Alejo Carpentier, como literatura memorialística

Christoph Schamm

Resumo


Em 1962, Alejo Carpentier publica um romance que se diferencia consideravelmente da maioria das obras de ficção geralmente associadas à corrente da nueva novela latinoamericana: El siglo de las luces parece um romance histórico de cunho tradicional, bem distante da estética do real maravilhoso americano concebida por Carpentier poucos anos antes. O presente artigo propõe uma leitura alternativa do texto, baseando-se em categorias dos estudos memorialísticos. Desta maneira, revela a ambivalência do romance, que descarta os mitos fundadores da civilização europeia para substituí-los por mitos fundadores especificamente latino-americanos.


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DOI: https://doi.org/10.22456/2594-8962.55514

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