O DESENHO DO MOVIMENTO NO PROCESSO DE CRIAÇÃO

Mônica Medeiros Ribeiro

Resumo


Os estudos de processos de criação no âmbito das artes da cena têm lançado mão da crítica genética que estuda a obra de arte a partir do seu processo de construção. Lidar com essa memória, implica saber que o rememorar traz muito de invenção e esquecimento, portanto, não pode ser tomado como recuperação do que, de fato, aconteceu. A motivação dessa investigação foi o desejo de se conhecer o corpo em processo no percurso da criação da obra o As últimas flores do jardim das cerejeiras ─ inspirado na obra O jardim das cerejeiras, de Anton Tchékhov ─ do grupo OficcinaMultimédia, de Belo Horizonte.Trabalhamos com sete cadernos de artista da diretora Ione de Medeiros para estudar o corpo em processo na referida obra.As imagens-desenhos registradas podem ser compreendidas como atos de invenção do real que possibilitam novas apropriações.Dizendo não à economia dos significados do ponto de vista da representação, busquei a construção de sentidos que a condição performativa do registro me possibilita.  O registro que gesta um movimento de dança.


Palavras-chave


Desenho; Movimento; Registro; Processo de criação

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.72671





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