COMPOSIÇÃO E AÇÃO COMO PROCESSO DE INVENÇÃO DE SI: UMA ANÁLISE DA PRÁTICA DO GRUPO LUME TEATRO

Elisa Belém

Resumo


O artigo aborda mudanças no entendimento sobre o treinamento do ator pelo grupo LUME Teatro (Campinas, SP). A partir de considerações sobre o treinamento como uma composição de afetos, discutem-se possíveis aproximações entre o ato de criar, a atividade artística e processos de invenção de si. O debate baseia-se na hipótese de que a arte participa na formação da subjetividade e é ancorado nos escritos de autores como Kastrup; Oneto; Sontag; Quilici, sobre temáticas como percepção, sensibilidade e resistência.


Palavras-chave


Treinamento; Criação; Autoria; Percepção

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.67456





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