JOGO, LINGUAGEM, ENQUADRAMENTO: REFLEXÕES SOBRE O ATOR

Rejane Kasting Arruda

Resumo


Em ressonância com a práxis desenvolvida em sucessivos processos de criação, onde a Pedagogia do Teatro está em questão, propõe-se uma orientação para a prática atoral fundamenta no que chamamos de “hipótese do arranjo”. Para sustentá-la, utiliza-se proposições de Spolin e Stanislavski, bem como uma interface com outras áreas do conhecimento, como a Psicanálise e a Linguística de Ferdinand Sausurre. Acaba-se evidenciando um enlaçamento do ator com a linguagem durante o jogo de construção da poética cênica.


Palavras-chave


Ator. Criação Cênica. Jogo Teatral. Pedagogia do Teatro

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.61600





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