A PALAVRA E O ENIGMA DAS RESPOSTAS

Lúcia Fernandes Fernandes Lobato

Resumo


 

O argumento do artigo, com base na teoria derridiana, trata o corpo como um texto pleno de palavras ditas, não ditas e encarnadas. Assim também os gestos e não gestos são palavras de um discurso corporal revelador da escritura do sujeito. Segundo o autor, a palavra, no âmbito do artístico, precisa se libertar dos parâmetros da linguagem e da gramática e se transformar em potência do humano. Nesse contexto, o pesquisador-artista teria vantagem sobre os cientistas-pesquisadores porque a criação sempre foi seu instrumento de intervenção. Mas, mesmo nesse âmbito, não se trata de criar outras palavras para além do léxico que prevalece. A proposta é criar novas conexões. O que importa agora não é estar preso nem ao conteúdo do que foi dito, nem na tradução ou interpretação fiel das palavras. Pouco importa o ato de dizer ou não dizer. O que interessa é a capacidade da transformar as palavras e inventar dispositivos que potencializem as multiplicidades de projetar/promover respostas transformadas em enigmas.

 

 

 


Palavras-chave


Palavra. Corpo/texto. Enigmas.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.51153





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