ARRANJOS PARADIGMÁTICOS COMO CAMPO DE EXTRAÇÃO PARA UM JOGO DE ENQUADRAMENTOS HÍBRIDO

Rejane Kasting Arruda

Resumo


Parte-se do traço histórico de movimentos antirrealistas no século XX, o acento em suas diferenças e um denominador comum: a oposição a “uma visualidade fechada onde impera relações subjetivas a serem representadas”. O caráter antirrealista se torna uma espécie de norte para a produção teatral contemporânea. No entanto, trava-se um debate ao postular o arranjo realista como propulsor de estranhamento, lançando mão proposições de Roubine e conceitos extraídos de Lacan e Dunker. O realismo aparece como uma poética fundamentada na descrença do olhar ou no efeito de alucinação. Pretende-se alargar as perspectivas da aceitação do realismo como um dos possíveis campos de extração de materiais a serem misturados para a fabricação de novos arranjos contemporâneos.

 


Palavras-chave


Teatro contemporâneo. Pós-dramático. Realismo. Poética cênica.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.48324





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