COLOCAR-SE NO LUGAR DO OUTRO?

Beatriz Angela Vieira Cabral, Wagner Monthero

Resumo


Este artigo problematiza a prática docente de levar o aluno a colocar-se no lugar do outro através de uma experiência dramática que promova uma empatia imaginária com outros povos e culturas.  Aqui serão problematizados dois princípios subjacentes a tal perspectiva: o de que seja qual for a cultura vivenciada deve haver uma ‘humanidade universal’ que as aproxime; e a suposição de que uma cultura ‘alienígena’ possa ser entendida e justificada em termos de sua lógica interna e senso de ordem moral. A confrontação destes princípios com o entendimento de que o indivíduo está inevitavelmente atado às matrizes imaginativas de sua própria história e cultura é aqui focalizada através do cruzamento das contribuições teóricas de Clifford Geertz e Henri Bergson.

Palavras-chave


pedagogia e atuação; diversidade cultural; 'fazer de conta' e matriz social

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-3254.35824





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