A MONTANHA PARIU UM ELEFANTE: A TEXTUALIDADE COMO RESULTADO DE MÚLTIPLOS REFERENCIAMENTOS EM UM ARTIGO JORNALÍSTICO

Cristiane de Oliveira Eugenio

Resumo


Acerca da divulgação de áudios por Joesley Batista, em 2017, a jornalista Kelly Matos escreveu o artigo “A montanha pariu um elefante”. Discutiu-se, com as contribuições de Beaugrande y Dressler (1997), Koch (2004), Marcuschi (2012), e Adam (1987), de que maneira Matos construiu um artigo jornalístico de cunho político que considerasse uma tipologia textual narrativa, mobilizando sentidos na escolha do léxico e na retomada dos referentes através de anáforas e nominalizações. O texto em análise obedece aos critérios de textualidade, sendo caracterizado, portanto, como um acontecimento comunicativo. Conclui-se também que o artigo de Matos é um texto complexo, no que diz respeito à sua tipologia textual e à exigência de inferências e intertextualidades necessárias para a construção de sentido.

Palavras-chave


Textualidade; Anáfora; Tipologia Textual; Mobilização de sentido

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83732



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