PRONOMES E "FORMAS VAZIAS" NO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA ENUNCIATIVA DE ÉMILE BENVENISTE

Fábio Aresi

Resumo


Neste trabalho, investigo como os elementos componentes das ditas “formas vazias” da língua na perspectiva enunciativa de Émile Benveniste – responsáveis pelas categorias linguísticas de pessoa, tempo e espaço – operam no desenvolvimento teórico do linguista, partindo dos estudos sobre os pronomes pessoais e os verbos nos anos 1950, e culminando na descrição formal apresentada à moda de síntese no texto O aparelho formal da enunciação, de 1970. A questão é de ordem epistemológica: se este último trabalho benvenistiano voltado para a enunciação é marcado simultaneamente pela síntese de seus trabalhos anteriores e pelo alargamento teórico da enunciação, como se coaduna, nele, a reflexão sobre os pronomes e demais “formas vazias”, cuja especificidade parece se opor a uma concepção global de enunciação?


Palavras-chave


Pronomes; Formas vazias; Enunciação

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83684



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