LINGUAGEM, COGNIÇÃO E CULTURA: A HIPÓTESE DE SAPIR-WHORF

Rebecca Demicheli Sampaio

Resumo


Este trabalho objetiva discutir tópicos acerca da noção de relatividade linguística a partir da chamada Hipótese Sapir-Whorf. A perspectiva proposta por Edward Sapir e Benjamin Whorf, no início do século XX, faz parte de uma então nova tendência de pensamento que procura se despir do cunho etnocêntrico em que se pautavam os estudos das línguas até o momento. Ainda há, entretanto, uma série de pontos problemáticos que circundam a dita hipótese. Trazemos à tona, aqui, principalmente as concepções adotadas por Gipper (1979), Rocha e Rocha (2017) e Wolf e Holmes (2017) sobre a relação existente entre linguagem, cognição e cultura, evidenciando que a teoria da relatividade linguística, apesar de amplamente aceita no meio científico, ainda está longe de ser esgotada.


Palavras-chave


Linguagem e cognição; Cognição e cultura; Hipótese Sapir-Whorf

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83356



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