A HISTORICIDADE DO ROMANCE EM ERICO VERÍSSIMO E JOSÉ LINS DO REGO

Nathalia Pinto

Resumo


As relações entre literatura e história têm sido debatidas desde Aristóteles. O presente artigo, a partir de um breve apanhado das características do gênero analisa a historicidade em importantes obras do modernismo brasileiro. O corpus estudado conta com os romances que compõem a trilogia de Erico Veríssimo, O tempo e o vento, e Pedra bonita e Cangaceiros, de José Lins do Rego. As narrativas são analisadas quanto a dois critérios que são tidos como fundamentais para a constituição do romance histórico: trata-se da matéria de extração histórica e das personagens, que são tanto homens comuns que têm sua trajetória atravessada e modificada pelo decurso histórico, quanto personagens históricas reais, que aparecem de forma explícita ou velada transformadas pelo discurso literário.


Palavras-chave


romance histórico; Erico Veríssimo; José Lins do Rego; ficção e história

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83337



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)