A ECHARPE DE JOCASTA: UMA LEITURA SIMBÓLICA DE A MÁQUINA INFERNAL, DE JEAN COCTEAU

Emanuele Mendonça de Freitas, Cristiane Barcelos, Douglas Ceccagno

Resumo


Ao analisar as peças Édipo Rei, de Sófocles, e A máquina infernal, de Jean Cocteau, com foco não só nas semelhanças e diferenças entre ambas, mas também nos símbolos presentes na obra de Cocteau, este artigo pretende identificar possíveis pontos de conexão entre os textos na representação do mito de Édipo. Para tanto, recorremos à teoria do imaginário para interpretar alguns dos símbolos identificados na peça francesa. Os principais referenciais teóricos pesquisados são Albin Lesky, Marvin Carlson, Aristóteles e Gilbert Durand.

Palavras-chave


Jean Cocteau; Imaginário; Símbolos.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83238



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)