RUÍNAS E RESÍDUOS: DRUMMOND ENTRE A POESIA E A ANTIPOESIA

Maura Voltarelli Roque

Resumo


O artigo tem como objetivo aproximar a reflexão sobre a antipoesia, desenvolvida pelo poeta francês Francis Ponge, da tradição moderna e contemporânea da poesia brasileira, pensando, particularmente, a questão da contrapoesia ou da antipoesia na obra do poeta Carlos Drummond de Andrade. O artigo se concentra no livro Claro Enigma, publicado em 1951, onde parece se realizar justamente uma intensificação da questão poética pelo aspecto de auto-crítica da poesia que atravessa a obra, reforçado, de certa forma, pelo seu tom de desencanto.


Palavras-chave


antipoesia; Carlos Drummond de Andrade; Claro Enigma; poesia brasileira

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.83141



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)