O USO INFLACIONISTA DA NOÇÃO DE IRREPRESENTÁVEL SEGUNDO JACQUES RANCIÈRE: CONSIDERAÇÕES SOBRE A CATEGORIA DO REALISMO MODERNO

Diego Lock Farina

Resumo


O presente artigo busca analisar a crítica realizada por Jacques Rancière em relação ao uso inflacionista da noção de irrepresentável no pensamento ocidental contemporâneo. Tal percurso tem como intuito relacionar a referida crítica a considerações articuladas pelo mesmo autor a propósito da categoria literária do realismo moderno. Para isso, apresentam-se a essa tarefa tanto o contraste da posição de Rancière ante o sublime irrepresentável de Jean-François Lyotard como a reflexão do autor acerca do conceito de representação em arte e suas distintas regulagens. O trabalho pretende, por fim, investir na ideia de uma possível relação entre a especulação antirrepresentativa e o salto político, guinado pelo realismo moderno, rumo à uma intensiva democratização da arte.


Palavras-chave


Irrepresentável; realismo moderno; Jacques Rancière; democratização da arte.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.67882



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

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