Transcending self and society. The paradox of selfhood in Hawthorne’s novels

Felipe Vale da Silva

Resumo


Este artigo retoma a discussão acadêmica sobre a noção de autonomia em The Scarlet Letter, de Nathaniel Hawthorne. Hester Prynne, sua célebre protagonista, desperta a atenção de leitores modernos como um modelo de autossuficiência e inconformismo heroico, ainda que o autor lhe negue uma recompensa substancial por seus atos de autoafirmação. Hester é condenada a viver o resto de sua existência como uma proscrita, e, ainda pior, como alguém que se vê como tal. O argumento desenvolvido aqui parte de sua inabilidade de transformar agência autônoma em uma identidade plena, satisfeita consigo, para encontrar em um romance posterior do autor, The Blithedale Romance, uma abordagem complementar do caráter paradoxal do sujeito hawthorniano.


Palavras-chave


Nathaniel Hawthorne; subjetividade; sujeito liberal; romance; romantismo

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.67288



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