MACBETH E BANQUO OU OS DUPLOS DA CONSCIÊNCIA

Carlos Roberto Ludwig

Resumo


Este artigo investiga a relação ambígua entre Macbeth e Banquo como duplos da consciência na peça Macbeth, de Shakespeare. Num certo sentido, Banquo funciona como a consciência de Macbeth que não seguiu “o caminho do mal”, ao passo que Macbeth representa a dimensão da consciência que escolheu o crime e a usurpação do trono. Shakespeare criava duplos como Macbeth e Banquo, Othello e Iago, como um artifício estético para enfatizar um traço psicológico de uma personagem. O duplo é evidente porque há uma relação ambígua de cordialidade e cumplicidade entre Banquo e Macbeth, a ponto de Banquo simplesmente ignorar as ações de Macbeth. 


Palavras-chave


Consciência; Duplos; Artifício Estético; Macbeth e Banquo.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.67202



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

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