O MONGE NARRADOR: SABEDORIA E EXPERIÊNCIA EM "O NOME DA ROSA", DE UMBERTO ECO

Francyane Canesche de Freitas, Gerson Luiz Roani

Resumo


O Nome da Rosa é a primeira experiência de Umberto Eco como escritor de ficção e, por este motivo, ele afirma ter lançado mão de uma narrativa especular como máscara para sua iniciação literária. A partir do topos literário do manuscrito encontrado, Eco afasta-se de seu narrador, Adso de Melk, um monge beneditino, que narra com um olhar maduro, suas experiências enquanto noviço e aprendiz. A partir desta conjuntura, buscamos compreender de que maneira Umberto Eco construiu esse labirinto de mediadores, a fim de conseguir caracterizar Adso a partir das ideias de sabedoria e experiência propostas por Benjamin (1985) e da definição de narrador autodiegético proposta por Reis (2003).


Palavras-chave


Narrador; Pós-Modernismo; Walter Benjamin; O Nome da Rosa

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.67102



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