“QUANDO DIZER É FAZER”: A DIMENSÃO GENERIFICADA DO DISCURSO HISTORIOGRÁFICO

Natanael de Freitas Silva

Resumo


Neste artigo focalizo a dimensão generificada do discurso historiográfico. Parto do pressuposto que estamos no rio da História e, portanto, como diz Daniel Welzer-Lang (2004:112) é fundamental “que os pesquisadores comecem a se interessar pelo seu gênero”. Inicialmente focalizo algumas das contribuições da teoria dos atos de fala de John Austin, em seguida, enfatizo a questão lançada por Nelly Richard e que norteia este texto: afinal, a escrita tem sexo? E por fim discuto o caráter performativo da linguagem a partir da concepção de Judith Butler e Beatriz Preciado.


Palavras-chave


Discurso, linguagem, gênero, performance.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.66507



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