DO QUILATE DO OURO AO PURO LEITE ROMÂNTICO – O QUE A LITERATURA BRASILEIRA TEM?

Vagner Leite Rangel, Maria Cristina Cardoso Ribas

Resumo


 Publicado em 1857, As flores do mal cruza o Atlântico e se torna, mais de vinte anos depois, a obra-prima dos aspirantes ao título de poeta da geração posterior ao Romantismo brasileiro. Com o desgaste deste, o livro de Charles Baudelaire (1821-1867) é uma das fontes de inspiração estética dos poetas que versejam em pleno declínio da musa romântica. A partir das leituras de “A Nova Geração” (1879) de Machado de Assis, com a perspectiva crítica proposta por Antonio Candido em “Os primeiros baudelairianos” (1973), apresentaremos a crítica machadiana a fim de entendermos um dos sentidos da reflexão proposta por Machado de Assis. Objetivamos esclarecer porque os defeitos apontados pelo primeiro leitor desta geração tornam-se, na visão de Candido, virtudes dos primeiros baudelairianos brasileiros. 


Palavras-chave


Século XIX; Romantismo; Machado de Assis; Antonio Candido;

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.57165



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