LINGUAGEM E PODER NO TEATRO DE GIL VICENTE

Flavia Maria Schlee Eyler

Resumo


                                                                           

RESUMO: Este artigo elege Gil Vicente, poeta da corte portuguesa no século XVI, como objeto, e trabalha no sentido de situá-lo enquanto alguém que desvenda através da criação de um imaginário, um mundo em que a realidade social encontra-se cada vez mais aberta às ações e interpretações humanas. O teatro vicentino faz parte de um Estado que é espetáculo e que colabora para a consolidação de seu poder ao sedimentar uma linguagem que é a contra face do mesmo espetáculo. Através de suas sátiras, farsas, tragicomédias e obras de devoção, o poeta explora as possibilidades da tradição e apresenta um mundo às avessas.

 


Palavras-chave


Palavras chave: Gil Vicente; poder; linguagem; imaginário; teatro.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.50206



Direitos autorais

 

Indexadores: 

      

 

 

 

E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

Contato: cadernosdoil@ufrgs.br

 

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Programa de Pós-Graduação em Letras

Av. Bento Gonçalves, 9500 - Campus do Vale

CEP 91501-970

Porto Alegre/RS, Brasil