MEMÓRIA, TRADIÇÃO E IDENTIDADE EM "CRÔNICA DA CASA ASSASSINADA"

Neiva Kampff Garcia

Resumo


Crônica da casa assassinada, de Lúcio Cardoso, é uma narrativa de desestruturação do indivíduo e de decadência familiar, relatadas em fluxos de consciência de narradores e personagens. A espinha dorsal da obra relaciona a (des)construção  de memórias, tradições e a busca de identidades numa sociedade em rápida transformação através do confronto de valores morais, sociais e econômicos. As reminiscências e as atualizações do passado remetem a um jogo constante de diferentes pontos de vista, em que afloram diversas perspectivas conforme a voz narrativa condutora. A intensidade e a dramaticidade presentes na obra traduzem múltiplos desequilíbrios psíquicos, degradações individuais de personagens que acabam por retratar o processo de deteorização de uma família.


Palavras-chave


Lúcio Cardoso; memória; tradição; identidade

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.40839



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