DISSOCIAÇÃO ENTRE SINTAGMAS PLENOS E CLÍTICOS PRONOMINAIS – O CASO DOS CLÍTICOS DATIVOS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO

Eduardo Correa Soares, Pablo Nunes Ribeiro

Resumo


O objetivo deste artigo é demonstrar que clíticos pronominais dativos no Português Brasileiro não correspondem aos sintagmas preposicionais com os quais, por vezes, podem alternar. Assim, buscamos apresentar uma hipótese que capture as características desses clíticos: dativos são placeholders sintáticos mais proeminentes que objetos diretos, mas menos proeminentes que sujeitos profundos. Implementamos essa análise no framework da HPSG, ou seja, derivamos as características sintáticas dos dativos de sua posição na ARG-ST, atributo proposto por Manning (1996), Manning & Sag (1998, 1999) e Manning et al. (1999), e incorporado a essa teoria em Bender et al. (2003). Por fim, procuramos mostrar que esses clíticos compartilham propriedades sintáticas com o primeiro sintagma nominal de construções de duplo objeto (do inglês) e com argumentos marcados morfologicamente com o caso dativo (do albanês).

Palavras-chave


Estrutura de Argumentos; Clíticos Pronominais; Dativos; HPSG

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.28074



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

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