ASPECTOS PRAGMÁTICOS DA NEGAÇÃO SENTENCIAL

Marcos Goldnadel, Luana Santos de Lima

Resumo


Há um consenso na literatura linguística de que enunciados negativos são marcados em relação às suas contrapartes afirmativas, por veicular conteúdo de algum modo ativo na troca discursiva. Esse estatuto especial é evidente em enunciados claramente marcados, como os que envolvem negação metalinguística, mas parece estender-se mesmo a enunciados neutros. Além disso, em algumas línguas, como o português, soma-se o fato de que a negação sentencial apresenta realizações alternantes, dispondo de formas canônicas de negação (Não vou) e de formas não canônicas (Não vou não; Vou não), estratégias diferentes para as quais supõem-se funções pragmáticas distintas. Este artigo procura apreciar criticamente algumas hipóteses sobre a pragmática de enunciados negativos e, com base em dados do projeto VARSUL, avaliar sua validade. Dessa forma, pretende-se contribuir para a compreensão pragmática da negação em PFB.


Palavras-chave


Negação sentencial – Pragmática – Português brasileiro

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.26026



Direitos autorais

 

Indexadores: 

   Resultado de imagem para diadorimImagem relacionada   Resultado de imagem para redib

Imagem relacionadaResultado de imagem para capes web qualisResultado de imagem para google acadêmico

 

E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

Contato: cadernosdoil@ufrgs.br

 

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Programa de Pós-Graduação em Letras

Av. Bento Gonçalves, 9500 - Campus do Vale

CEP 91501-970

Porto Alegre/RS, Brasil