UMA COMPREENSÃO DO PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO PELO VIÉS DA TEMPORALIDADE E DA MODALIDADE

Graziela Jacques Prestes

Resumo


Este trabalho objetiva apresentar uma releitura da discussão de Prestes (2007) sobre a temporalidade (Teoria do Tempo Relativo) e a modalidade (Neves e Souza, 1999) do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo (PIS). Em estudo empírico de um corpus de língua escrita, Prestes (2003) encontrou um padrão no emprego do PIS, qual seja: PIS factuais tendem a ocorrer com eventos passados (A novidade fez com que ganhasse corpo a ideia...), contrafactuais, com eventos presentes (Não estivéssemos numa crise...) e eventuais ou hipotéticos, com eventos futuros (Talvez os índios achassem até graça se...). Esse resultado permite algumas conclusões: a) o PIS não expressa somente hipótese, irrealidade, mas também eventos considerados reais;b) as relações entre os constituintes temporais e modais organizam o PIS.


Palavras-chave


pretérito imperfeito do subjuntivo – temporalidade – modalidade

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.26025



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

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