CALDEIRA LÊ MACUNAÍMA

Carlos Augusto Bonifácio Leite

Resumo


Este artigo visa a se apropriar da revisão teórica feita pelo sociólogo Jorge Caldeira no modelo que Caio Prado Júnior apresenta em Formação do Brasil Contemporâneo (1942) a fim de entender, sob essa outra perspectiva, algumas passagens e dados estruturais da narrativa de Mário de Andrade, Macunaíma (1928). No entendimento de que tanto Caldeira quanto o escritor modernista falam de uma mesma perspectiva, qual seja, a ascensão da economia empreendedora paulista – embora nos eixos diversos do reconhecimento e da promessa, respectivamente –, uma aproximação entre suas propostas parece alimentar interpretações instigantes a respeito da narrativa mais célebre do modernismo brasileiro.

Palavras-chave


Macunaíma; Jorge Caldeira; Mário de Andrade

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.25324



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