A “INTERLÍNGUA” DE HAROLDO DE CAMPOS

Augusto Nemitz Quenard

Resumo


Com base nas discussões propostas por George Steiner em Depois de Babel, procura-se comparar o trabalho teórico do tradutor e poeta brasileiro Haroldo de Campos às traduções dos poetas John Dryden e Friedrich Hölderlin, abordadas por Steiner. Segundo o autor, na procura de uma tradução poética que não perdesse os elementos singulares do original, mas que ao mesmo tempo se integrasse à cultura de chegada, os dois poetas se aproximaram de uma “interlíngua”, que pode ser vista, a partir de comentários de outro teórico da tradução, Friedrich Schleiermacher, como uma postura equilibrada entre a estrangeirização e a domesticação.

Palavras-chave


Poesia; Haroldo de Campos

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.25303



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