POÉTICA DO LABOR E DO SABOR DE MANOEL DE BARROS

Waleska Rodrigues de Matos Oliveira Martins

Resumo


Enfoca-se neste artigo o que se entende por fazer poético, demonstrando que o discurso narrativo possui uma lucidez provocativa que é estimulada na Antiguidade Clássica, avultada na Modernidade e preconizada, de maneira perturbadora, na Pós-Modernidade. São utilizados como base para este debate, apenas como título de exemplificação, os seguintes pensadores: Paul Valéry (Variedades); Emil Staiger (Conceitos fundamentais da poética); Hugo Friedrich (Estrutura da lírica moderna); Aristóteles e Platão (A poética clássica); Segismundo Spina (Introdução à poética clássica). Contudo, acerca do Pós-Modernismo selecionam-se os pressupostos estabelecidos pela pesquisadora Linda Hutcheon. Os conceitos suscitados durante o debate, serão exemplificados com passagens narrativas do poeta Manoel de Barros, oferecendo à discussão, a assertiva de que a poética manoelina caminha para o sentido inquietante do discurso.

Palavras-chave


Poética; Pós-Modernismo; Manoel de Barros

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.23171



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)

 

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