“Apeiron” de Caio Fernando Abreu: a arte moderna entre o arcaico e o antigo

Érica de Cássia Modesto Coutrim

Resumo


O presente ensaio traça algumas reflexões sobre a situação do sujeito e da arte namodernidade. Partindo de teorias de Walter Benjamin e Theodor Adorno, é feita uma interpretação doconto “Apeiron”, publicado em pleno período ditatorial brasileiro, ou seja, numa época impregnada debarbárie e dominação que, segundo os filósofos supramencionados, fizeram com que a arte que intuirepresentar um mundo em estado de caos, por um sujeito perplexo, ou está em conjunção com o sistema,ou é alienado, deixando de ter sentido na modernidade. Abreu constrói um conto que não apresentasoluções. Polissêmico e alegórico em sua essência, “Apeiron” provoca dúvida e reflexão, concordandoassim com o conceito de arte moderna dos filósofos da Escola de Frankfurt.

PALAVRAS-CHAVE: Violência – Modernidade – Caio Fernando Abreu


Palavras-chave


Violência – Modernidade – Caio Fernando Abreu

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.18763



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