Avaliação e enquadramento das águas do Ribeirão Paraíso

Autores

  • Daiane Ferreira Batista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
  • João Batista Pereira Cabral Universidade Federal de Goiás
  • Dionys Fabrício Soares Franco Universidade Federal de Goiás
  • Simone Marques Faria Lopes Universidade Federal de Goiás

Palavras-chave:

Bacia Hidrográfica. Enquadramento. Qualidade de Água

Resumo

A qualidade das águas de rios e lagos estão diretamente relacionadas aos aspectos físicos e ao modelo de uso e ocupação de uma bacia hidrográfica, e a mesma pode ser avaliada partir do enquadramento dos corpos d’água, de acordo com as resoluções propostas pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente, que têm como objetivo estabelecer a qualidade desejável das águas de acordo com os usos previstos. A qualidade das águas da bacia hidrográfica do Ribeirão Paraíso foi avaliada a partir do enquadramento estabelecido pela Resolução CONAMA n° 357/2005. A qualidade das águas foi avaliada em onze pontos de amostragem, em quatro períodos distintos. Os parâmetros avaliados foram: oxigênio dissolvido, coliformes termotolerantes, potencial Hidrogeniônico, demanda bioquímica de oxigênio, nitrogênio, fósforo total, temperatura, turbidez e resíduos totais. Ao analisar separadamente cada parâmetro, os valores encontrados para coliformes termotolerantes e fósforo total classificam as águas do Ribeirão Paraíso como de classe 3, fazendo necessário intervir com tratamento convencional ou avançado para utilização antrópica. Os parâmetros OD, nitrogênio, temperatura, turbidez e resíduos totais classificam as águas como de classe 1. Com isso conclui-se que é necessário solucionar ou mesmo minimizar os danos encontrados na bacia em questão, pois, a utilização das águas necessita de tratamentos decorrentes das ações provocadas pelos agentes ativos presente na bacia. 

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Biografia do Autor

Daiane Ferreira Batista, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Possui graduação pela Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitaria de Iporá em Licenciatura em Geografia (2014). Atualmente é mestranda em Geografia na área de organização do espaço nos domínios do Cerrado, pela Universidade Federal de Goiás, regional de Jataí.

João Batista Pereira Cabral, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Geografia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Imaculada Conceição (1994), mestrado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), doutorado em Geologia pela Universidade Federal do Paraná (2006). Atualmente é professor Associado I da Universidade Federal de Goiás, Editor Chefe da revista científica Geoambiente On-line, pesquisador na área de Geociências com ênfase em Geografia Física e Geologia Ambiental, atuando principalmente nas linhas de pesquisa: Recursos Hídricos (Índice de Qualidade da Água e Índice de Estado Trófico); Aspectos Hidroclimáticos; Hidrossedimentologia; Geotecnologias Aplicada ao Estudo de Bacias Hidrográficas e Recursos Hídricos.

Dionys Fabrício Soares Franco, Universidade Federal de Goiás

Graduado em Geografia pela Faculdade de Ciências Integradas do Pontal (FACIP) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Mestrando em Geografia pela Universidade Federal de Goiás - Regional Jataí (UFG). Membro do grupo de estudos "Tetrápodes do Cretáceo do Pontal do Triângulo Mineiro" e colaborador do projeto de pesquisa "Geologia e Paleobiogeografia de vertebrados da Bacia Bauru durante o Cretáceo na região do Pontal do Triangulo Mineiro", colaborador no Laboratório de Geologia (LABGEOL) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e membro do Laboratório de Geociências Aplicadas da Universidade Federal de Goiás-Regional Jataí.

Simone Marques Faria Lopes, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2007) e mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2011). Atualmente é doutoranda em Geografia pela Universidade Federal de Goiás. Instituto de Estudos Sócio-Ambientais. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Climatologia Geográfica, atuando principalmente nos seguintes temas: climatologia, meio ambiente e limitações produtivas. Presidente da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) seção Jataí.

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Publicado

2018-08-21

Edição

Seção

Artigos