A ESPACIALIDADE DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO (OP): O CASO REGIÃO RESTINGA – PORTO ALEGRE/RIO GRANDE DO SUL

Autores

  • Helena Bonetto UFRGS

Palavras-chave:

espacialidade, Orçamento Participativo, equipamentos urbanos

Resumo

O presente artigo é conseqüência da pesquisa realizada para dissertação de mestrado - As percepções topofílicas/topofóbicas das lideranças comunitárias do bairro Restinga antes e depois da implementação do Orçamento Participativo – já concluída. O principal objetivo é evidenciar a importância da espacialidade do OP de Porto Alegre e a relação entre a participação política das lideranças da Restinga e as conquistas de equipamentos urbanos via OP. Os procedimentos metodológicos adotados para compreender os lugares do bairro antes e depois da implementação do OP foram: a revisão bibliográfica, entrevistas do tipo narrativa, levantamento das obras no website da Prefeitura de Porto Alegre, construção de bancos de dados para a composição de mapas temáticos e gráficos.  Para análise de dados referentes a espacialidade do OP análise de conteúdo das entrevistas, a classificação das demandas conquistadas, a construção de gráficos por temática, a elaboração de mapas com a localização dos equipamentos públicos . Através da representação espacial foi possível verificar a relação entre localização das obras, localização das associações de bairro e articulação das lideranças locais e comunidade para participação no OP para conquista de equipamentos públicos. 

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Biografia do Autor

Helena Bonetto, UFRGS

Helena Bonetto é Licenciadaem Ciências Sociaispela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2009) e Mestre em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2013), onde, também, é discente do Curso de Doutorado. Aborda em suas pesquisas periferia, práticas socioespaciais, lugares topofílicos e topofóbicos, memória, imaginários urbanos e métodos qualitativos de pesquisa.

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Publicado

2018-08-21

Edição

Seção

Artigos