A ESPACIALIDADE DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO (OP): O CASO REGIÃO RESTINGA – PORTO ALEGRE/RIO GRANDE DO SUL

Helena Bonetto

Resumo


O presente artigo é conseqüência da pesquisa realizada para dissertação de mestrado - As percepções topofílicas/topofóbicas das lideranças comunitárias do bairro Restinga antes e depois da implementação do Orçamento Participativo – já concluída. O principal objetivo é evidenciar a importância da espacialidade do OP de Porto Alegre e a relação entre a participação política das lideranças da Restinga e as conquistas de equipamentos urbanos via OP. Os procedimentos metodológicos adotados para compreender os lugares do bairro antes e depois da implementação do OP foram: a revisão bibliográfica, entrevistas do tipo narrativa, levantamento das obras no website da Prefeitura de Porto Alegre, construção de bancos de dados para a composição de mapas temáticos e gráficos.  Para análise de dados referentes a espacialidade do OP análise de conteúdo das entrevistas, a classificação das demandas conquistadas, a construção de gráficos por temática, a elaboração de mapas com a localização dos equipamentos públicos . Através da representação espacial foi possível verificar a relação entre localização das obras, localização das associações de bairro e articulação das lideranças locais e comunidade para participação no OP para conquista de equipamentos públicos. 


Palavras-chave


espacialidade, Orçamento Participativo, equipamentos urbanos

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