O trabalho estrangeiro no município de Rio Grande

Raphael COPSTEIN

Resumo


Comemorou-se e lembra-se nos de 1974 e 1975 o centenário e sesquicentenário de imigração e colonização italiana e alemã, respectivamente. Os festejos alusivos ganham destaque e praticamente se fazem em áreas em que, no século passado, inexistiam
ou raros eram os elementos ibéricos. Alemães e italianos moldaram
na terra virgem enormes paisagens humanizadas . Não foram os únicos.
Correntes variadas, numericamente inferiores, também se fizeram
presentes e afeiçoaram a terra bruta para arrancar o seu sustento.
As memorações partiram de um marco inicial erguido com as chegadas de teutos e peninsulares e estravasaram para abranger a todos os que aqui aportaram desde que não fossem paulistas, mineiros
e catarlnas cuja ação efetivamente selou o destino do Continente
de são Pedro.
Levando em conta que, além das áreas gaúchas conhecidas como
coloniais, houve acolhida de imigrante em comunidades já povoadas,
procurou-se verificar o seu comportamento nestas últimas. Rio Grande, cenário deste estudo, apresenta o fenômeno tanto na área rural
como na urbana. Como a fixação de imigrantes é anterior ao Brasil
independente, teve-se a curiosidade de indagar, quanto a esses, a
sua procedência e registrar a sua absorção na comunidade que estava
se estruturando.

Palavras-chave


trabalho; estrangeiro; Rio Grande

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