Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Anos 90 é o periódico do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGH/UFRGS). Tem por objetivo divulgar pesquisas avançadas e recentes da área da história e de áreas afins que contribuam para a produção do conhecimento histórico e estimular o debate e investigações nessas áreas. Seu conteúdo é de acesso livre, disponibilizado na internet.

A Anos 90 publica artigos inéditos em língua portuguesa, espanhola, inglesa e francesa, resultantes de pesquisas recentes realizadas por doutores em história e em áreas afins, que tenham sido aprovados no processo de avaliação cega por pares, conforme as normas da revista, em regime de fluxo contínuo ou para dossiês temáticos.

Anualmente a Anos 90 lança chamada para submissão de propostas de dossiês temáticos que são avaliadas pela Comissão Editorial Executiva e por especialistas externos. Os organizadores das propostas aprovadas são responsáveis por indicar à Comissão Editorial os doutores especialistas que serão avaliadores  dos artigos submetidos ao dossiê. Os artigos submetidos aos dossiês passam pelo mesmo processo de avaliação cega por pares pela qual passam os demais artigos e resenhas submetidos em regime de fluxo contínuo. Eventualmente, dependendo da avaliação realizada pela Comissão Editorial, pelos organizadores dos dossiês e pelo e Conselho Consultivo, a Anos 90 também pode publicar entrevistas, traduções e documentos históricos.

 

Políticas de Seção

Artigos

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Resenhas

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Entrevista

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Dossiê: Lutas feministas e LGBTQ+ pela democracia no Brasil

Está aberto até o dia 31 de janeiro de 2019 o prazo para submissão de artigos ao dossiê "Lutas feministas e LGBTQ+ pela democracia no Brasil", organizado pelos doutores Joana Maria Pedro (UFSC) e Elias Ferreira Veras (UFAL), que será publicado na revista Anos 90.

Este dossiê pretender historicizar e problematizar as lutas feministas e LGBTQ+ (Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais etc.) pela democracia no Brasil. Privilegiamos como marcos temporais, a segunda metade do século XX, momento em que emerge, internacionalmente, e, no Brasil, os feminismos de “segunda onda” e o movimento homossexual; e as primeiras décadas do século XXI, quando esses movimentos multiplicam e diversificam sujeitos, reivindicações e estratégias de mobilização. Desse modo, serão bem vindas pesquisas que se preocupem em analisar historicamente as estratégias de resistências empreendidas por mulheres e LGBTQ+, a partir do final da ditadura civil-militar, no período da redemocratização, nos últimos governos democráticos, mas, também no tempo presente. Discutiremos de que modo a democracia - palavra presente nos panfletos, periódicos, publicações, manifestações de rua e outras intervenções – foi mobilizada nas lutas desses sujeitos. Se, a prática historiográfica – da reunião dos documentos à redação do livro – é inteiramente relativa à “estrutura da sociedade”, como aponta Michel de Certeau (2008), faz-se urgente pensar essas lutas no tempo presente, marcado pelo avanço do ultraconservadorismo e o aumento do feminicídio e da LGBTfobia.

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Dossiê: Exercício do poder na Idade Média e suas representações: novas fronteiras, novos significados

Está aberto, até o dia 1 de dezembro de 2018, prazo para submissão de artigos ao dossiê "Exercício do poder na Idade média e suas representações; novas fronteiras, novos significados", organizado por Igor Salomão Teixeira (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), José Manuel Cerda Costabal (Universidad Gabriela Mistral, Santiago – Chile) e Renato Viana Boy (Universidade Federal da Fronteira Sul)

Este dossiê buscará contemplar pesquisas dedicadas ao medievo estruturadas em problemas historiográficos atuais e em questões relacionadas à escrita da História no período, às relações de poder, à justiça e à história política. O dossiê proposto visa ampliar a visibilidade da produção historiográfica latino-americana no campo dos estudos medievais. Tem, portanto, o intuito de receber contribuições de pesquisadores ligados a centros de pesquisas da América Latina que se dedicam à temática em suas diferentes abordagens historiográficas.

O dossiê, intitulado “Exercício do poder na Idade média e suas representações; novas fronteiras, novos significados”, é uma proposta da RED/e Latino-Americana de Estudos Medievais, que reúne pesquisadores da Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica e México. A justificativa desta proposta se fundamenta no fato de, nas últimas duas décadas, ser possível perceber um crescimento substancial do campo de pesquisa. Junto a este crescimento quantitativo, observa-se ainda uma diversidade e originalidade nas abordagens historiográficas, temáticas e conceituais desses trabalhos, fortalecendo esta área de pesquisa entre historiadores não europeus. Sendo assim, tem um potencial para ampla participação de pesquisadores de fora do Brasil, o que vai ao encontro à proposta inerente da Anos 90 e do PPG em História da UFRGS em relação à internacionalização da pesquisa produzida no Brasil e reconhecimento dos espaços acadêmicos brasileiros como espaços importantes para a produção de conhecimento na América Latina.

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Dossiê: Resistências africanas: novos problemas e debates

Está aberto, até o dia 30 de setembro de 2018, o período para submissão de artigos ao dossiê "Resistências africanas: novos problemas e debates", que será publicado em edição de 2019 da Anos 90

Organizadores: Patrícia Teixeira Santos (UNIFESP) Sílvio Marcus de Souza Correa (UFSC)

Desde a chamada Scramble for Africa, os impérios coloniais tiveram que lidar com um grande número de movimentos de resistência. Entre outros, o enfrentamento do Estado mahdista com a coalisão anglo-egípcia por quase duas décadas serviu de referência para uma escrita da história da África contemporânea a partir da segunda metade do século XX. Até então, uma literatura colonial havia abordado as resistências como movimentos retrógrados, refratários à modernização. Este “colonial approach” considerou as várias rebeliões e insurgências como “revoltas bárbaras”, irracionais e amorfas. Na perspectiva do colonizador, as resistências eram um atavismo, uma simples manifestação da “tradição” em prol da reprodução das estruturas arcaicas, da preservação dos direitos consuetudinários, da defesa dos privilégios de uma elite local etc. A partir dos meados do século XX, uma nova geração de historiadores seria iluminada pelo raiar do sol das independências. Em Dacar, Ibadan e Dar es Salaam, para ficar em três exemplos, a nova historiografia africana refutaria a interpretação então vigente sobre as resistências africanas. Alguns dos mais proeminentes historiadores dessas escolas participaram do projeto editorial da UNESCO para a coleção História Geral da África. Nela, encontram-se algumas tentativas dos scholars para caracterizar as resistências, desde a defesa da autodeterminação de um conjunto heteróclito de grupos étnicos e/ou religiosos até movimentos armados com o firme propósito de vencer militarmente as tropas coloniais. Houve também propostas para uma tipologia e mesmo para uma cronologia das resistências africanas, como, respectivamente, a do historiador queniano Ali Al’amin Mazrui e do historiador ganense Albert Adu Boahen. Os trabalhos de Allen Isaacman, Jan Vansina, Terence Osborn Ranger e de outros historiadores contribuíram para uma ideia de conjunto sobre as resistências africanas. Os estudos passaram a abordar as resistências não mais localizadas, mas como vagas continentais. No sétimo volume da História Geral da África, as resistências africanas adquirem uma nova dimensão. Trata-se de um fenômeno amplo, omnipresente nos espaços coloniais (francês, alemão, belga, britânico, português, espanhol e italiano). Acontece que algumas resistências ao colonialismo foram tomadas por movimentos protonacionalistas. Lideranças políticas como o rei ashanti Prempeh I, o almamy Samory Touré,o imperador etíope Menelik II, o capitão nama Hendrik Witbooi e o líder herero Samuel Maharero entraram no panteão da resistência africana, sendo alguns deles considerados heróis nacionais avant la lettre. Uma vez abandonada a perspectiva colonial das resistências africanas, houve uma inflação de movimentos de resistência ao colonialismo. Para alguns historiadores, suicídios, abortos e redução da taxa de natalidade eram sinais de resistência. Para outros, algumas formas de resistência não eram anticoloniais e não teriam o mesmo impacto e nem a mesma relevância histórica que os movimentos de luta de libertação nacional. Num ponto, talvez, havia um consenso entre os historiadores. As resistências ao colonialismo eram uma decorrência da agência africana. Durante a primeira metade do século XX, algumas formas de resistências africanas obrigaram as metrópoles a redefinir suas políticas coloniais. Porém, as greves dos trabalhadores urbanos nas cidades portuárias da África ou dos mineiros no interior do continente nem sempre tiveram um cariz anticolonial. A participação dos “evoluídos” ou dos “assimilados” em algumas associações e em várias formas de protestos reivindicatórios daria azo para novas reformas dos estatutos coloniais, mas também para projetos mais radicais, inclusive anticoloniais. A partir da década de 1960, as lutas armadas na então chamada “África portuguesa” e as ações na clandestinidade do CNA, da SWAPO e da ZANU na África austral redimensionaram as formas de resistências africanas ao “poder branco”. Nas áreas com uma expressiva população muçulmana, os movimentos de libertação nacional passaram a evocar um passado de “guerra santa”. Na altura, pensou-se de uma forma bastante original, mas, ao mesmo tempo, bastante dicotômica, que as fronteiras coloniais teriam produzido divisões irreconciliáveis entre o “mundo do colonizado” e o “mundo do colonizador”. Apesar de sua lógica binária, essa argumentação foi muito importante e instrumental para a construção da historiografia das resistências africanas. A posição anticolonial na historiografia das décadas de 1960 e 1970 favoreceu ainda uma certa idealização do passado pré-colonial. Essa busca de um “passado sem males” levou a uma releitura política das tradições e histórias religiosas que, volens nolens, contribuiu ideologicamente para a legitimação de novos estados nacionais. Para alguns historiadores, o colonialismo teria sido um capítulo breve na história da África, não mais que um hiato. Porém, a experiência colonial foi fundamental para algumas lideranças das lutas de libertação nacional e, por conseguinte, para a construção dos estados modernos. Cabe ainda lembrar que as elites africanas buscaram se legitimar no poder por meio de uma reconciliação da modernidade (pós-colonial) com uma tradição (pré-colonial). Em muitos países africanos, o regime político de partido único agiu como se a oposição fosse inimiga da nação. As guerras civis em Angola e Moçambique demonstraram também que as resistências africanas não eram somente diante do estrangeiro colonizador. As experiências políticas de um passado recente, especialmente de ditaduras militares, de guerra civil ou de regimes de partido único de nações africanas, suscitaram uma revisão teórica das resistências africanas, assim como uma seara de trabalhos inovadores em vários aspectos. Entre outras, destacam-se as contribuições Klaas van Walraven, Jon Abbink, Gregory Maddox e Frederick Cooper sobre o conceito de resistência na história da África. Cabe ainda ressaltar os trabalhos como de Nina Emma Mba e Catherine Coquery-Vidrovitch que atentaram para a agência feminina nos movimentos de resistência africana. Assim, os estudos subalternos, os estudos pós-coloniais e os estudos de gênero permitiram uma renovação das perspectivas sobre as resistências africanas dos séculos XIX e XX. Os organizadores convidam pesquisadores a contribuir com a reflexão e o debate sobre as resistências africanas desde o colonialismo até o tempo presente. A proposta é trazer à baila novos aportes para a historiografia sobre certos movimentos políticos e/ou religiosos na África desde a colonização até a globalização. Passados 120 anos do fim do Estado mahdista no Sudão e do estabelecimento do Condomínio anglo-egípcio, os estudos sobre as resistências africanas têm uma série de “rebeliões”, “levantes” e “guerras” a revisitar, bem como outras formas de resistência por identificar.

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Traduções

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Dossiê: História e Patrimônio: questões teóricas e metodológicas

Proposta do dossiê:

O presente dossiê pretende agregar artigos que enfoquem questões teóricas e metodológicas referentes a três possibilidades de interface entre a história e patrimônio. A primeira delas trata das investigações acadêmicas sobre os processos de patrimonializacao e usos do passado, cuja acolhida não se estabeleceu apenas em programas de pós-graduação strictu sensu em História, mas em uma miríade de programas interdisciplinarés criados no Brasil nas últimas décadas. A segunda possibilidade envolve a atuação do profissional historiador em um campo de disputas, onde estão em jogo os embates em torno de práticas e representações sobre os bens culturais e sobre o passado. Finalmente, a terceira interface está relacionada ao ensino de história e envolve especialmente as políticas educacionais que, no Brasil, tem colocado o patrimônio como eixo de abordagens transversais no currículo escolar. Em qualquer destes lugares de produção histórica sobre o patrimônio, o aprofundamento teórico e metodológico constitui-se em prerrogativa para o avanço da reflexão sobre a especificidade das contribuições do conhecimento histórico para a questão, bem como para o compartilhamento e debate interdisciplinar com outras áreas envolvidas. Desse modo, o Dossiê História e Patrimônio é um convite aos pesquisadores para sistematizar suas reflexões de ordem teórica e metodológica relacionadas às possibilidades de interface acima elencadas. Pretende-se discutir autores e conceitos  utilizados, bem como metodologias postas em ação para elucidação de problemas. Para perseguir esse objetivo, estudos de caso devem ser evitados, a não ser que sirvam para tornar compreensíveis as questões teóricas e metodológicas enfocadas.

Período para submissão de artigos: até 30 de abril de 2018.

 

Dossier: "History and Heritage: theoretical and methodological issues"

Purpose of the dossier:

This dossier aims to compile articles that concentrate on theoretical and methodological issues regarding three possibilities of interface between history and heritage. The first one, which has been accepted not only by strictu sensu post-graduate programs in History but also by a myriad of interdisciplinary programs created in Brazil in the last decades, focuses on  the academic investigations about the processes of patrimonialization and uses of the past. The second possibility addresses the performance of the professional historian on a battlefield, examining the clashes regarding practices and representations about cultural goods and the past. Finally, the third interface is related to the teaching of history and involves more specifically Brazilian educational policies, which have placed patrimony as an axis of transversal approaches in the school curriculum. In any of these areas of study on heritage, a solid theoretical and methodological development constitutes a prerogative for the advancement of reflection on the specificity of the contributions of historical knowledge to this topic, as well as for the interdisciplinary sharing and debate with the other areas involved. Hence, the History and Heritage Dossier (Dossiê História e Patrimônio) is an invitation for researchers to systematize their theoretical and methodological reflections on the possibilities of the interface listed above. It aims to discuss the authors and concepts used, as well as the methodologies put into action in order to sort out problems. To pursue this objective, case studies should be avoided unless they contribute to the comprehension of the theoretical and methodological issues addressed.

The period for submitting articles to the dossier is open until April 30th, 2018.

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Dossiê: Violência, Guerra e Migração no Mundo Antigo

A proposta deste dossiê é refletir sobre temas urgentes e atuais a partir do estudo das sociedades antigas. Práticas de violência legitimadas pelas guerras, tendo como consequência a migração massiva de populações têm uma longa historicidade. E essas diversas experiências históricas foram preservadas e deixaram inúmeros indícios nos textos, nas imagens e na cultura material. Investigar essa temática na antiguidade pode contribuir para a compreensão dos recentes acontecimentos que atingem o mundo, especialmente o Mediterrâneo, a Europa e os EUA. O enunciado deste dossiê contempla diversos enfoques, tais como questões relacionadas à tecnologia da guerra, à retórica da violência, à situação das mulheres e crianças nos conflitos, à migração e o fenômeno de transculturação, entre outros.

Editores de seção: Katia M.P Pozzer (UFRGS) e Pedro Paulo Funari (UNICAMP).

Prazo de submissão: até primeiro de dezembro de 2017

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Dossiê: Presença dos anos 1980: esperanças, nostalgias e historiografia

O dossiê “Presença dos anos 1980: esperanças, nostalgias e historiografia” tem por objetivo apresentar pesquisas atuais sobre a década a partir de discussões em relação às continuidades e rupturas, às atualidades e os legados, em suas mais diversas manifestações: culturais, sociais, estéticas, políticas, religiosas, etc. A proposta se justifica pela necessidade de respostas historiográficas ao “retorno” aos anos 1980, seja como uma vivência utópica ou nostálgica, bem como pela possibilidade de contribuir com estudos que permitam outras leituras sobre o período, para além do âmbito político, que permanece como objeto de predileção nas análises. Teriam sido os anos 1980 um tempo perdido? As diferentes percepções em relação à década daqueles que a viveram e por outros que gostariam de tê-la vivido permitem que a pergunta seja apresentada, e recolocada à produção historiográfica: o que há para ser escrito sobre a história dos anos 1980?

Editores de seção: Dra Caroline Silveira Bauer (UFRGS), Dr. Marcelo Santos de Abreu  (UFOP) e Dr. Mateus Henrique de Faria Pereira (UFOP)

Prazo de submissão de artigos: até o dia 31 de julho de 2017

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Dossiê: As conexões e as dinâmicas atlânticas na formação do mundo moderno

O Dossiê “As conexões e as dinâmicas atlânticas na formação do mundo moderno” busca reunir artigos com perspectivas historiográficas que tomem a interconectividade entre distintos indivíduos e sociedades e as suas experiências transatlânticas como principal eixo de reflexão. Nas últimas décadas, um grande número de projetos acadêmicos inter-institucionais e grupos de pesquisa de ambos os lados do Atlântico promoveram uma maior troca de experiências de trabalho entre pesquisadores europeus, africanos e americanos. No que diz respeito à história das sociedades ocidentais, uma das matrizes de análise que atraiu a atenção de um grande número de pesquisadores de distintas áreas de conhecimento e que ainda produz diferentes efeitos sobre as investigações históricas entre os séculos XVI e XIX foi a chamada “Atlantic History”. Dialogando com estas e outras correntes historiográficas, um número significativo de pesquisas proporcionou uma profunda revisão de interpretações clássicas a respeito de temas ligados tanto à história da Europa e de seus impérios, quanto às histórias da África e das Américas, incluindo aqui os diversos povos indígenas do continente. No caso do Brasil, e por ocasião destas recentes perspectivas, a formação da sociedade colonial tem sido entendida nos quadros do Império português e sob uma comparação mais complexa com outras realidades coloniais do período. O maior número de estudos escritos por africanistas possibilitou uma melhor compreensão da escravidão, do tráfico atlântico e das sociedades neles envolvidas sob uma perspectiva multiculturalista, valorizando, cada vez mais, a história da África e a sua importância para a compreensão da história das Américas. As diferentes sociedades escravistas do atlântico, as migrações em escala mais global, a circulação de ideias e impressos, as diversas elites locais forjadas em economias agrárias e mercantis, seus espaços de atuação e suas estratégias e a possibilidade de compará-las umas com as outras tem oferecido uma visão do passado muito mais complexa do que há 30 anos atrás. Com relação aos aspectos políticos e econômicos, a preocupação em vincular a crise do Antigo Regime europeu com o processo de independência das colônias americanas e as distintas trajetórias institucionais dos Estados constituídos durante a “Era das Revoluções” com o avanço do capitalismo e a desagregação das economias escravistas tem crescido bastante.

Portanto, a proposta do Dossiê é reunir artigos que dialoguem com as mencionadas premissas e que busquem analisar as múltiplas conexões sociais em escala atlântica que caracterizaram a formação do mundo moderno entre os séculos XV e XIX e que tragam avaliações historiográficas atuais a respeito das pesquisas nesta área.

Editores da seção: Dr. Eduardo Santos Neumann (UFRGS), Dr. Jonas Moreira Vargas (UFPel) e Dra Renata Dal Sasso Freitas (UNIPAMPA)

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Dossiê: DILEMAS E POSSIBILIDADES DA PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA NO BRASIL

A comemoração de um aniversário, como este dos 30 anos do programa de pós-graduação em História da UFRGS, é uma oportunidade de revisitar o passado, fazer as justas homenagens, remontar os inícios e rever percursos. Além da perspectiva memorial, que nos proporciona momentos fecundos de afetividade, a comemoração também pode ter um efeito de corte mais cognitivo. O que podemos aprender, o que podemos problematizar a partir de um aniversário? Convidamos os/as colegas de todo o país a refletirem sobre os significados da institucionalização e consolidação dos programas de pós-graduação no país, especialmente nos últimos 30 anos. Esse questionamento não se refere apenas ao passado e ao presente, mas também ao futuro: que expectativas podemos ter quanto à formação de profissionais na área de história em nosso país? Essa pergunta evidentemente se coloca a partir de um presente pleno de polêmicas, debates e movimentos diferenciados. Desde 2014 temos um curso de Mestrado Profissional em rede, que envolve várias universidades brasileiras, situando-se em um cenário no qual pululam manifestos favoráveis e contrários à proposta da Base Nacional Curricular Comum para a área de história, bem como análises de todos os níveis de aprofundamento. Neste sentido, uma das temáticas que se pretende abranger neste dossiê, é sobre o quanto essas (re)aproximações recentes dos departamentos de história com o ensino de história afetam os programas de pós-graduação em história na atualidade. Outra pergunta que pode ser feita a partir de uma comparação entre o contexto atual dos programas de pós-graduação em história e aquele de trinta anos atrás se refere à ampliação extrema das possibilidades de divulgação do conhecimento através de meios digitais. Como as revistas dos programas dos programas vêm reagindo a essa inovação? Este tema nos remete imediatamente ao das avaliações dos periódicos mantidos pelos programas de pós-graduação: quais foram os efeitos, nestas revistas, da implementação das avaliações pelo sistema Qualis? Neste tema encadeamos outro: como as avaliações dos programas de pós-graduação têm impactado as carreiras docentes? Outros temas e questionamentos e outros problemas político-acadêmicos são possíveis. Queremos compartilhar nossa alegria pela passagem dos 30 anos do PPGH – UFRGS e refletir sobre os dilemas e possibilidades que enfrentamos na atualidade.

Editoras de seção: Dra. Regina Weber (UFRGS) e Dra. Mara Cristina de Matos Rodrigues (UFRGS)

Prazo de submissão: 1º de agosto de 2016

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Dossiê História Política: problemas e estudos

A história política renovou-se muito nas últimas décadas, ganhando cada vez mais impulso e importância. Nesse dossiê a revista Anos 90 se abre para contribuições concernentes às relações de poder político-institucionais que permeiam as sociedades e o Estado em suas múltiplas dimensões, especialmente quanto aos problemas teóricos e metodológicos enfrentados e aos estudos de objetos característicos dessa área de estudos históricos. Contempla, portanto, trabalhos direcionados a origens, fundação e consolidação de partidos, sistemas partidários, formação de quadros dirigentes e de militância, propagandas político-partidárias, práticas discursivas e motivações e interesses. Volta-se igualmente às relações entre os grupos e agentes sociais e os poderes estatais e sobre o Estado, estudos que abordam as tradições, as famílias políticas, as trajetórias. O dossiê ambiciona também aventar os limites da cultura e do político em suas ambientações históricas, dado que existem margens de contato e de fusão entre esses espaços que merecem análises atentas, pois revelam determinados valores e convicções da sociedade, codificados em memórias, vocabulários, textos de referência, sociabilidades e voluntarismos. A profundidade histórica do campo político pode assim ser dissecada através das atitudes e das cerimônias, explorando a significação dessas ao recolocá-las no domínio dos simbolismos e crenças. O dossiê não se limita a um recorte temporal bem delimitado, mas tende a privilegiar estudos que se concentram em períodos mais próximos do presente, temas e problemas de história política contemporânea do Brasil e do mundo.

Editores de seção: Dra. Carla Brandalise (UFRGS) e Dr. Luiz Alberto Grijó (UFRGS)

Prazo para submissão de artigos: até 15 de dezembro de 2015.

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Dossiê: Usos públicos e políticos da memória - Construções, conflitos e representações

Este dossiê tem por objetivo apresentar pesquisas atuais sobre os usos públicos e políticos da memória e suas implicações culturais, identitárias e políticas em suas diferentes manifestações – sejam elas construções e representações ou gestão de conflitos de memória – em sociedades marcadas por um passado traumático. A proposta se justifica pelo crescente interesse sobre os debates de políticas de reparação e memória, em parte estimulado pelos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, no Brasil, mas também por um profícuo intercâmbio interdisciplinar e internacional entre grupos de pesquisa que, de maneira comparativa, procuram entender os complexos processos de relação entre a memória e a sociedade. Assim, o dossiê também possibilitaria a apresentação de artigos por parte dos integrantes do projeto “Memoria y sociedad. Las políticas de reparación y memoria y los procesos sociales en la construcción de la memoria pública contemporánea en Europa y América. Conflicto, representación y gestión”, sem prejuízo para artigos oriundos de outros projetos e demais pesquisadores que tenham os usos públicos e políticos da memória como tema central de suas investigações.

Editores de sessão: Claudia Wasserman (UFRGS), Caroline Silveira Bauer (UFPEL) e Isabel Piper Shafir (Universidad de Chile)

Prazo de submissão: 20/12/2014

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Processo de Avaliação pelos Pares

Todos os trabalhos serão apreciados pelo Conselho Editorial da Revista e, estando dentro das normas, serão submetidos a avaliação cega por dois doutores especialistas no tema. Se houver divergência entre os avaliadores sobre a aceitação ou não do texto para publicação, será realizada a avaliação por um terceiro doutor especialista no tema. Ao final do processo de avaliação, o autor será informado se seu artigo foi aceito, recusado ou aceito com alterações e receberá os pareceres escritos pelos avaliadores.

 

Periodicidade

Semestral

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização do conhecimento.

Ao submeter texto a Anos 90 o autor está aceitando essa política de acesso livre. Os autores também não pagam qualquer taxa para submissão de artigos ou sua avaliação.

A Anos 90 adota a licença CC-BY como atribuição principal de Acesso Aberto. Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

 

Código ético e responsabilidades dos envolvidos nas práticas da revista

O corpo editorial de Anos 90 é composto por um Editor Chefe, uma Comissão Editorial e um Conselho Consultivo que trabalham junto com autores e avaliadores anônimos para garantir a qualidade, ineditismo e a relevância dos textos publicados. Todos esses sujeitos devem se comprometer com a conduta ética em todas as práticas da revista.

 

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Monitorar a adequação das práticas editoriais da revista.

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São responsabilidades do Editor Chefe:

Assumir a responsabilidade para rejeitar ou aceitar artigos, baseando-se unicamente na sua originalidade, clareza, relevância e propriedade em relação à missão da revista, a partir dos pareceres emitidos pelos avaliadores.

Verificar se os textos submetidos à Anos 90 se enquadram nas normas da mesma.

Prezar para que todos os artigos submetidos à revista que se enquadrarem nas normas da mesma sejam encaminhados para avaliação de no mínimo dois avaliadores anônimos que possuam o título de doutor e tenham conhecimento sobre a temática.

Garantir o funcionamento da avaliação cega por pares.

Buscar a contínua melhoria da qualidade da Revista a partir do diálogo com os membros da Comissão Editorial e Conselho Consultivo e participar dos fóruns relacionados à editoração de revistas.

Agir de forma transparente e justa ao exercer suas tarefas, sem discriminar nenhum autor por gênero, orientação sexual, religião ou crenças políticas, origem étnica, de classe ou geográfica.

 

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Ter as permissões necessárias para uso de imagens, quando for o caso, informando no corpo do texto.

No caso de artigos submetidos em coautoria, atentar para a obrigatoriedade de que todos os autores, em número máximo de 3, tenham participado da formulação do problema/argumento, da sua condução teórica e metodológica da análise, da análise das fontes e de sua interpretação, da redação e revisão do texto, e tenham compromisso com todas as práticas envolvidas na produção do artigo (questões éticas, inexistência de plágio, originalidade, uso devido de imagens e ilustrações, etc). A Anos 90 rejeita a inclusão de coautoria por orientadores em trabalhos resultantes da pesquisa de pós-graduação de seus alunos.

 

São responsabilidades dos avaliadores anônimos: 

Atentar para qualquer conflito de interesse em relação ao artigo submetido e, se necessário, renunciar à indicação de seu serviço para aquele artigo.

Manter a confidencialidade de qualquer informação fornecida pelo editor ou pelo autor, sem guardar cópia do texto após realizar sua avaliação. O avaliador poderá tornar público que realizou parecer para a Anos 90, mas sem mencionar nenhuma outra informação sobre a avaliação.

Não usar as informações obtidas no processo de revisão como benefício para si próprio ou para qualquer outra pessoa ou organização. Não usar tampouco para gerar desvantagem ou desacreditar outras pessoas.

Alertar o editor caso saiba de qualquer conteúdo já publicado ou submetido que seja substancialmente similar ao que está sob sua avaliação.

 

PROCEDIMENTOS NOS CASOS DE COMPORTAMENTO ANTIÉTICO

Queixas recebidas pela Anos 90 serão avaliadas e respondidas pelo Editor Chefe e pela Comissão Editorial.

Evidências de má conduta deverão ser reunidas, evitando que qualquer alegação se propague para além daqueles que precisam realmente saber das investigações, enquanto elas estiverem em curso.

Problemas menores serão resolvidos sem necessidade de consultas mais amplas. Em qualquer evento, o (s) autor (es) ou avaliador (es) deve (m) ter oportunidade de responder a qualquer acusação.

A Comissão Editorial e a coordenação da Pós-Graduação em História da UFRGS são responsáveis pela investigação de eventuais denúncias contra o Editor Chefe.

Resultados possíveis da investigação de denúncias (em ordem de severidade, podendo ser aplicados separada ou conjuntamente):

  1. Informar ou educar o autor ou revisor onde ocorra uma falta de compreensão ou não aplicação de padrões de comportamento aceitáveis.
  2. Publicar uma notícia formal detalhando a má conduta.
  3. Publicar a retratação formal do artigo já publicado.
  4. Relatar o evento para a instituição à qual o responsável pelo ato antiético é vinculado, a organização profissional da categoria ou mais alta autoridade para maiores investigações e ações.

 

Lista dos avaliadores dos artigos submetidos de 2015 a 2018

Com os mais sinceros agradecimentos da Anos 90 pela sua valiosa colaboração.

 

  • Acácio Sidinei Almeida Santos, UFABC, Brasil.
  • Adhemar Silva Júnior, UFPEL, Brasil.         
  • Adriana Iop Bellintani, UFRR, Brasil.
  • Adriana Schmidt Dias, UFRGS, Brasil.       
  • Alberto Aggio, UNESP, Brasil.
  • Aldrin Armstrong Silva Castellucci, UNEB, Brasil.
  • Alessander Mário Kerber, UFRGS, Brasil.
  • Alessandra Gasparotto, UFPEL, Brasil.
  • Alexandre Busko Valim, UFSC, Brasil.
  • Alexandre Pianelli Godoy, UNIFESP, Brasil.
  • Alfredo Gugliano, UFRGS, Brasil.    
  • Álvaro Antônio Klafke, FEE, Brasil.
  • Ana Carolina Gelmini Faria, UFRGS, Brasil.
  • Ana Lúcia de Abreu Gomes, UNB, Brasil.
  • Ana Lucia Nemi, UNIFESP, Brasil.
  • Ana Lúcia Tettamanzy, UFRGS, Brasil.
  • Ana Maria Marques, UFMG, Brasil.
  • Ana Paula Caldeira, UFMG, Brasil.             
  • Ana Silvia Scott, UNISINOS, Brasil.
  • Anderson Oliva, UNB, Brasil.
  • Anderson Zalewski Vargas, UFRGS, Brasil.
  • Andrea Marzano, UNIRIO, Brasil.
  • Andrea Slemian, UNIFESP, Brasil.
  • Andréia Cristina Lopes Frazão da Silva, UFRJ, Brasil.
  • Ângelo Priori, UEM, Brasil.
  • Angela de Castro Gomes, UFF, Brasil.
  • Antonio Carlos Gil, USCS, Brasil.    
  • Antonio de Almeida Santos, UFPR, Brasil.
  • Ari Pedro Oro, UFRGS, Brasil.        
  • Aristeu Lopes, UFPEL, Brasil.
  • Arlei Sander Damo, UFRGS, Brasil.
  • Arthur de Avila, UFRGS, Brasil.
  • Augusto Neves, UNINABUCO, Brasil.
  • Benito Bisso Schmidt, UFRGS, Brasil.
  • Bernardo Lewgoy, UFRGS, Brasil.
  • Bruno Guilherme Feitler, UFBA, Brasil.
  • Carla Brandalise, UFRGS, Brasil.
  • Carla Maria Caravalho de Almeida, UFRJF, Brasil.
  • Carla Menegat, IFSUL, Brasil.
  • Carla Simone Rodeghero, UFRGS, Brasil.
  • Carlos Arturi, UFRGS, Brasil.
  • Carlos Eduardo Barbosa Paz, UNIFOR, Brasil.
  • Carlos Eduardo Martins Torcato, UERN, Brasil.
  • Carlos Henrique Armani, UFSM, Brasil.
  • Carmem Gessilda Burgert Schiavon, UFRG, Brasil.
  • Carmem Gil, UFRGS, Brasil.
  • Carolina Fortes, UFF, Brasil.
  • Caroline Bauer, UFRGS, Brasil.
  • Caroline Jaques Cubas, UESC, Brasil.
  • Caroline Pacievitch, UFRGS, Brasil.
  • Céli Regina Pinto, UFRGS, Brasil.
  • César Augusto Guazzelli, UFRGS, Brasil.
  • Charles Monteiro, PUCRS, Brasil.
  • Christiane Heloísa Kalb, CESUSC, Brasil.
  • Cintia Régia Rodrigues, FURB, Brasil.
  • Clarice Rego Magalhães, UFPEL, Brasil.
  • Clarice Speranza, UFRGS, Brasil.   
  • Claudia Mauch, UFRGS, Brasil
  • Claudia Schemes, FEEVALE, Brasil.
  • Claudia Wasserman, UFRGS, Brasil.
  • Cláudio de Sá Machado Júnior, UFPR, Brasil.
  • Claudio Maíz, UNCUYO, Argentina
  • Claudio Pereira Elmir, UNISINOS, Brasil.
  • Cristiani Bereta da Silva, Brasil. UERJ, Brasil.
  • Cybele Almeida, UFRGS, Brasil.
  • Daniel Barbosa Andrade de Faria, UNB, Brasil.
  • Daniela Marzola Fialho, UFRGS, Brasil.
  • Daniela Pistorello, UNICAMP, Brasil.                      
  • Débora Krischke Leitão, UFSM, Brasil.
  • Diego Eduardo Niemetz, UNCUYO, Argentina.
  • Diorge Alceno Konrad, UFSM, Brasil.
  • Durval Muniz de Albuquerque Junior, UFRN, Brasil.
  • Edilza Joana Oliveira Fontes, UFPA, Brasil.           
  • Eduardo Devés, Universidad de Santigo de Chile, Chile.
  • Eduardo Ferreira Veras, UFRGS, Brasil.
  • Eduardo Moreira Assis, CEFET-MG, Brasil.
  • Eduardo Neumann, UFRGS, Brasil.
  • Eduardo Roberto Jordão Knack, UFPEL, Brasil
  • Elcio L. Cornelsen, UFMG, Brasil.
  • Eliane Deckmann Fleck, UNISINOS, Brasil.
  • Elisabete da Costa Leal, UFPEL, Brasil.     
  • Enrique Padrós, UFRGS, Brasil.
  • Estefanía Barnabé Sánchez, PUCP, Peru.
  • Fabia Barbosa Ribeiro, UNILAB, Brasil.
  • Fabián Rodrigo Magioli Núñez,UFF, Brasil.
  • Fabiano Fernandes, UNIFESP, Brasil.        
  • Fábio Duarte Joly, UFOP, Brasil.
  • Fábio Faversani, UFOP, Brasil.
  • Fabio Francisco Feltrin de Souza, UFFS, Brasil.
  • Fábio Kühn, UFRGS, Brasil.
  • Fabio Lanza, EUL, Brasil.     
  • Fabricio Prado, Roosevelt University, Estados Unidos.
  • Felipe Charbel, UFRJ, Brasil.          
  • Fernanda Thomaz, UFJF, Brasil.
  • Fernando Antonio Faria, UFF, Brasil.
  • Fernando Nicolazzi, UFRGS, Brasil.
  • Fernando Seffner, UFRGS, Brasil.
  • Flavia Carvalho, UFAL, Brasil.
  • France Maria Gotijo Coelho, UFV, Brasil.
  • Francisca Lemos Mota de Azevedo, UEMG, Brasil.
  • Francisco Carlos Palomanes Martinho, USP, Brasil.
  • Gabriel Berute, IFRS, Brasil.
  • Gerardo Liebner, Tel Aviv University, Israel.
  • Gerson Wasen Fraga, UFFS, Brasil.
  • Gilberto Grassi Calil, UFSM, Brasil.
  • Hector Alejandro Paredes, CONICET, Argentina.
  • Helder Volmar Gordim da Silveira, PUCRS, Brasil.
  • Helen Osório, UFRGS, Brasil.
  • Helena Mollo, UFOP, Brasil.
  • Hendrik Kraay, Universidade de Calgary, Canadá.
  • Igor Salomão Teixeira, UFRGS, Brasil.
  • Isabel Piper Shafir, Universidad de Chile, Chile.
  • Ítalo Domingos Santirocchi, UFSC, Brasil.
  • Jaime Rodrigues, UNIFESP, Brasil.
  • Jaime Yaffé, Universidad de la Republica, Uruguai.
  • Janice Gonçalves, UDESC, Brasil.
  • Jefferson José Queler, UFOP, Brasil.
  • Joana Bosak de Figueiredo, UFRGS, Brasil.
  • Joana Maria Pedro, UFSC, Brasil.
  • Joana Passos, UFSC, Brasil.
  • João Reis, UFBA, Brasil.
  • João Trajano de Lima Sento-Sé, UERJ, Brasil.
  • Jonas Moreira Vargas, UFPEL, Brasil.
  • José Adriano Fenerich, UNESP, Brasil.
  • José Antônio dos Santos, UFRGS, Brasil.
  • José Augusto Costa Avancini, UFRGS, Brasil.
  • José Carlos Gomes dos Anjos, UFRGS, Brasil.
  • José Miguel Arias Neto, UEL, Brasil.
  • José Rivair Macedo, UFRGS, Brasil.
  • José Roberto Severino, UFBA, Brasil.
  • José Sávio da Costa Maia, UFAC, Brasil.
  • Josivaldo Pires, UNEB, Brasil.
  • Julio Claudio da Silva, UEA, Brasil.
  • Julio Ricardo Quevedo dos Santos, UFSM, Brasil.
  • Jurandir Malerba, PUCRS, Brasil.
  • Karl Schurster Verissimo de Souza Leão, UFPE, Brasil
  • Katia Maria Paim Pozzer, UFRGS, Brasil.
  • Kátia Rodrigues Paranhos, UFO, Brasil.
  • Laura Ferraza de Lima, UFRGS, Brasil.
  • Laura Padilha, UFF, Brasil.
  • Laurinda Rosa Maciel, FIOCRUZ, Brasil.
  • Leandro Gonçalves, UFJF, Brasil.
  • Leandro Rust, UFMG, Brasil.
  • Leila Leite Hernandez, USP, Brasil.
  • Leila Rodrigues da Silva, UFRJ, Brasil.
  • Leny Caselli Anzai, UFMG, Brasil.
  • Letícia Brandt Bauer, UFRGS, Brasil.
  • Leticia Julião, UFMG, Brasil.
  • Lidiane Santos de Lima Pinheiro, UNEB, Brasil.
  • Lidiane Soares Rodrigues, UFSCAR, Brasil.
  • Luciana Murari, PUCRS, Brasil.
  • Luciano Abreu, PUCRS, Brasil.
  • Luís Augusto Ebling Farinatti, UFSM, Brasil.
  • Luís Fernando da Silva Laroque, UNIVATES, Brasil.
  • Luis Fernando Tosta Barbato, IFTM, Brasil.
  • Luísa Gertrudis Durán Rocca, UFRGS, Brasil.
  • Luiz Alberto Grijó, UFRGS, Brasil.
  • Luiz Alberto Ribeiro Freire, UFBA, Brasil.
  • Luiz Dario Teixeira Ribeiro, UFRGS, Brasil.
  • Luiz Estevam de Oliveira Fernandes, UFOP, Brasil.
  • Luiz Felipe Mundim, UFG, Brasil.
  • Luiz Fernando Medeiros Rodrigues, UNISINOS, Brasil.
  • Magali do Nascimento Cunha, METODISTA, Brasil.
  • Mara Cristina de Matos Rodrigues, UFRGS, Brasil.
  • Marçal de Menezes Paredes, PUCRS, Brasil.
  • Marcelo Balaban, UNB, Brasil.
  • Marcelo Bittencourt Ivair Pinto, UFF, Brasil.
  • Marcelo de Abreu, UFOP, Brasil.
  • Marcelo de Mello Rangel, UFOP, Brasil.
  • Marcia Ramos de Oliveira, UDESC, Brasil.
  • Marcia Regina Romeiro Chuva, UNIRIO, Brasil.
  • Marcos César Borges da Silveira, UFPEL, Brasil.
  • Marcos José de Araújo Caldas, UFRRJ, Brasil.
  • Marcos Vinicius Dias Coelho, UNILAB, Brasil.
  • Marcos Witt, UNISINOS, Brasil.       
  • Margarida Carvalho, UNESP, Brasil.
  • Maria Cecília Velasco e Cruz, UFBA, Brasil.
  • Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP, Brasil.
  • Maria Cristina Martins, USP, Brasil.            
  • Maria da Glória Oliveira, UFRRJ, Brasil.
  • Maria do Carmo Brazil, UFMS, Brasil.
  • Maria Helena Rolim Capelato, USP, Brasil.
  • Maria Letícia Mazzucchi Pereira, UFPEL, Brasil.
  • Maria Medianeira Padoin, UFSM, Brasil.
  • Maria Teresa Santos Cunha, UDESC, Brasil.
  • Mariana Flores da Cunha Thompson Flores, UFSM, Brasil.
  • Marieta de Moraes Ferreira, FGV, Brasil.
  • Mariluci Cardozo de Vargas, UFRGS, Brasil.
  • Marina Bay Frydberg, UFF, Brasil.
  • Marina de Mello Souza, USP, Brasil.
  • Marisângela Martins, UFRGS, Brasil.          
  • Marli Auxiliadora de Almeida, UNEMAT, Brasil.
  • Marluze Marques Harres, UNISINOS, Brasil.
  • Marta Rosa Borin, UFSM, Brasil.
  • Martha Daisson Hameister, UFPR, Brasil.
  • Matheus Pereira, UNICAMP, Brasil.
  • Melissa Slatman, Universidad de Buenos Aires, Argentina.
  • Miriam Hermeto de Sá Motta, UFMG, Brasil.
  • Mirian Garrido, UNIFESP, Brasil.
  • Miriam Di Geronimo, UNCUYO, Argentina.
  • Monica Lima, UFRJ, Brasil.
  • Monica Selvatici, UEL, Brasil.
  • Murilo Sebe Meihi, UFRJ, Brasil.
  • Nádia Maria Weber Santos, UFG, Brasil.
  • Natalia Pietra Méndez, UFRGS, Brasil.
  • Nilo André Piana de Castro, CAp UFRGS, Brasil.
  • Nilton Mullet Pereira, UFRGS, Brasil.
  • Norberto Osvaldo Ferreras, UFF, Brasil.
  • Núncia Maria Santoro de Constantino, PUCRS, Brasil.
  • Nuno Falcão, UNILAB, Brasil.
  • Odilon Caldeira Neto, UFSM, Brasil.
  • Patricia Teixeira Santos, UNIFESP, Brasil.
  • Paula Regina Puhl, PUCRS, Brasil. 
  • Paulo Knauss de Mendonça, UFF, Brasil.
  • Pedro Paulo Abreu Funari, UNICAMP, Brasil.
  • Pedro Spinola Pereira Caldas, UNIRIO, Brasil.
  • Rafael Hagemeyer, UDESC, Brasil.
  • Rafael Hansen Quinsani, UFRGS, Brasil.
  • Raimundo Moreira, UNEB, Brasil.   
  • Raquel Gomes, UNICAMP, Brasil.
  • Regina Aida Crespo, UFES, Brasil.
  • Regina Lima Caleiro, UNIMONTES, Brasil.
  • Regina Weber, UFRGS, Brasil.
  • Renan Frighetto, UFPR, Brasil.
  • Renata Dal Sasso Freitas, UNIPAMPA, Brasil.
  • Renata Figueiredo Moraes, UERJ, Brasil.
  • Renato Leite Marcondes, USP, Brasil.
  • Renato Viana Boy, UFFS, Brasil.
  • René Gertz, PUCRS, Brasil.
  • Ricardo Aguiar Pacheco, UFRPE, Brasil.
  • Ricardo Pinto de Medeiros, UFPE, Brasil.
  • Rodrigo Nunes Bentes Monteiro, UFF, Brasil.
  • Rodrigo Turin, UNIRIO, Brasil.         
  • Rodolfo Porrini, UDELAR, Uruguai.
  • Rosane Marcia Neumann, UPF, Brasil.       
  • Roswithia Weber, FEEVALE, Brasil.
  • Rudimar Baldissera, UFRGS, Brasil.
  • Samantha Viz Quadrat, UFF, Brasil.
  • Semíramis Corsi, UFSM, Brasil.
  • Sérgio Ricardo da Mata, UFOP, Brasil.
  • Silvia Regina Ferraz Petersen, UFRGS, Brasil.
  • Silvio Marcus Correa, UFSC, Brasil.
  • Simone Schmidt, UFSC, Brasil.
  • Sônia Maria de Meneses Silva, URCA, Brasil.        
  • Sonia Regina Miranda, UFJF, Brasil.
  • Soraia Sales Dornelles, UFMA, Brasil.
  • Susana Bleil de Souza, UFRGS, Brasil.
  • Susana de Araújo Gastal, UCS, Brasil.
  • Tarcísio Botelho, UFMG, Brasil.
  • Temístocles Cezar, UFRGS, Brasil.
  • Thiago Mota, UFV, Brasil.
  • Tiago Luis Gil, UNB, Brasil.
  • Ulisses do Valle, UFG, Brasil.
  • Valdei Lopes de Araújo, UFES, Brasil.
  • Valdemir Zamparoni, UFBA, Brasil.
  • Valdir José Morigi, UFRGS, Brasil.
  • Valentina Ayrolo, UNMdP, Argentina.
  • Verena Alberti, FGV, Brasil.
  • Veronica Prudente, UEA, Brasil.
  • Vitale Joanoni Neto, UFMG, Brasil.
  • Viviane Borges, UDESC, Brasil.
  • Zita Possamai, UFRGS, Brasil.