As abordagens dos modelos de preferência declarada e revelada no processo de escolha habitacional

Luciana Londero Brandli, Luiz Fernando Mählmann Heineck

Resumo


Os temas escolha habitacional e preferência habitacional vêm sendo abordados de diversas maneiras, a partir de diversos instrumentos, tais como pesquisas de mercado, avaliação pós-ocupação, estudos demográficos e modelos de escolha discreta. Este artigo está focado na metodologia dos modelos econométricos de escolha discreta. A base destes modelos é a estimação de uma função utilidade. Utilidade é o valor que o indivíduo atribui a um produto ou serviço mediante a combinação de fatores, de forma tal que esse valor seja o máximo para a escolha realizada dentro do conjunto de opções. Modelos econométricos podem ser gerados com dados de preferência declarada (PD) e dados de preferência revelada (PR). O artigo discute as diferenças entre as duas abordagens, enfatizando o método, a essência, as forças e as fraquezas de cada um e apresentando um estudo de caso com ambos os tipos de dados. Foi realizado um estudo relacionado ao bem habitação para estudantes universitários. Os resultados enfatizam as diferenças entre os modelos de preferência revelada e declarada, indicando os parâmetros que são similares no processo e os que fazem com que o comportamento real difira das intenções declaradas.

Palavras-chave


Mercado habitacional; Modelos econométricos; Preferência revelada; Preferência declarada; Escolha discreta; Função utilidade

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