Privacidade na habitação: atitudes, conexões visuais e funcionais

Antônio Tarcísio da Luz Reis, Maria Cristina Dias Lay

Resumo


Este artigo examina as atitudes de moradores em relação à adequação da privacidade visual em 374 habitações em 12 conjuntos na região metropolitana de Porto Alegre, assim como aspectos associados às conexões visuais, tais como áreas das isovistas, relação entre o número médio de espaços visualizados e o número médio de espaços nas unidades em cada conjunto habitacional, e tipo de espaços visualizados. Também são investigados aspectos associados às conexões funcionais, tais como tipos de espaços conectados, tipos de espaços topológicos existentes nas unidades, que revelam as diferentes possibilidades de movimento pelos residentes e visitantes, grau de integração dos espaços e fatores de diferença, que medem as diferenças na configuração espacial da habitação representada pelos valores de integração. Os dados foram coletados por meio de questionários, entrevistas estruturadas e levantamentos físicos, e analisados com testes estatísticos não-paramétricos e métodos da sintaxe espacial. Alguns dos principais resultados mostram que alguns métodos quantitativos são mais apropriados do que outros para prever a adequação da privacidade visual na habitação, e quanto maior a homogeneização da configuração espacial, maior a tendência de problemas relacionados à privacidade visual.

Palavras-chave


privacidade; conexões visuais; conexões funcionais; habitação social; satisfação do usuário

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