Tipos arquitetônicos e dimensões dos espaços da habitação social

Antônio Tarcísio da Luz Reis, Maria Cristina Dias Lay

Resumo


Este artigo tem como objetivo a comparação das áreas construídas e áreas de espaços abertos nos projetos originais e nas moradias ocupadas, entre distintos conjuntos e tipos arquitetônicos, identificando os crescimentos e as reduções destas áreas, o número, os tipos e as áreas das peças; também, a análise do mobiliário e das atitudes dos moradores em relação ao dimensionamento dos espaços das unidades, assim como a importância da satisfação com o tamanho das peças para a satisfação com a moradia. A metodologia utilizada para a coleta de dados compreende a aplicação de questionários e entrevistas, além de levantamentos físicos realizados em 374 unidades habitacionais em 12 conjuntos caracterizados por blocos de apartamentos, sobrados e casas, localizados na região metropolitana de Porto Alegre e ocupados por uma população de renda média/baixa durante as décadas de 80 e 90. A análise dos dados inclui a utilização de testes estatísticos não-paramétricos, tais como os testes de variação Kruskal-Wallis, de correlação Spearman, e tabulação cruzada. Dentre os principais resultados encontrados estão os crescimentos e os tamanhos inadequados de certas peças, independentemente do tipo arquitetônico analisado, possibilitando a indicação de certas dimensões para que os espaços da unidade habitacional respondam satisfatoriamente aos seus moradores.

Palavras-chave


Tipos arquitetônicos; Dimensões dos espaços; Habitação social

Texto completo:

PDF




Direitos autorais 2016 Ambiente Construído

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Indexado em: