Proposta de avaliação da qualidade de vida e do bem-estar em áreas verdes urbanas

Juliana Cláudia Bezerra Campos, José Augusto Ribeiro da Silveira, Geovany Jessé Alexandre da Silva, Eduardo Rodrigues Viana de Lima, Mauro Normando Macêdo Barros Filho, Niara Fernandes Barbosa Formiga Dantas

Resumo


O panorama das problemáticas urbanas evidencia questões relacionadas à diminuição e ao comprometimento da qualidade de vida nas cidades. Nesse sentido, as áreas verdes são importantes variáveis para a avaliação da qualidade de vida e do bem-estar urbanos. Sob essa ótica, o trabalho objetiva avaliar a qualidade de vida das pessoas a partir da percepção de frequentadores dos dois parques urbanos mais antigos de João Pessoa, PB: o Parque Solon de Lucena (PSL) e o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Pzac). Para isso, foi desenvolvido o índice de bem-estar em áreas verdes (Ibeav), metodologia proposta e adaptada do índice de bem-estar urbano (Ibeu) com indicadores definidos a partir das dimensões mobilidade e acessibilidade, condições ambientais urbanas, condições habitacionais urbanas, serviços coletivos urbanos e infraestrutura urbana. Os resultados obtidos para o Ibeav foram 0,80155 para o PSL e 0,7716 para o Pzac, que indicam boas e médias condições de qualidade de vida, respectivamente. Assim, por meio da metodologia aplicada nos dois parques urbanos, foi possível identificar as dimensões e os indicadores que contribuem para ampliar e/ou reduzir o índice de qualidade de vida de cada espaço avaliado.


Palavras-chave


Qualidade de vida; Indicadores; Áreas verdes; Parque Urbano

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