A virtualidade nas proposições vivenciais

Fabiana Pedroni Favoreto, Rodrigo Hipólito, Michele Cristine Marques Rebello

Resumo


A partir das proposições vivenciais de Hélio Oiticica apresenta-se a questão da virtualidade dos trabalhos de arte como proposições, em sua relação com o espectador/participador, o que põe a experiência vivencial no primeiro plano, em detrimento da materialidade e das características formais do objeto. Nesta perspectiva, os trabalhos de Hélio Oiticica tornam-se referenciais em sua importância plástica na década de 1960 e, principalmente, por trazerem consigo uma rica herança textual, com conceitos como o Supra-sensorial e o Crelazer, além da amplitude da ideia de virtualidade da obra, que se relaciona intimamente com a questão da abertura da obra à participação do espectador/co-autor em todo o programa desenvolvido pelo artista.


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