O corpo desmaterializado na arte: o corpo ausente e o corpo presente em Soto e Oiticica

Gabriela Cristina Lodo

Resumo


Este artigo objetiva discutir o conceito de desmaterialização presente, principalmente, nas produções brasileiras e latino-americanas na década de 1960. Para tanto serão analisadas duas obras em especial, Penetrável do artista venezuelano Jesus Rafael Soto, e Parangolé do artista brasileiro Hélio Oiticica. Para entender a potencia estética do corpo na desmaterialização da arte, deve-se considerar não apenas o corpo possível de representação, mas, também, aquele que participa da obra e o próprio corpo da obra, colocado em questão pela assimilação e enfrentamento do espaço, da interação espectador-obra, o caráter efêmero dessa participação, e a quebra dos paradigmas tradicionais.

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